
O San-São fez mesmo jus ao apelido. Foi um jogo de força em vez da técnica aquele que São Paulo e Santos disputaram no Morumbi nesta noite de segunda-feira (tá faltando criar a sétima-feira pra encaixar esse calendário insano brasileiro).
Isso porque os dois empenharam-se ao extremo na disputa da bola e do resultado, que terminou com a vitória tricolor por 2 a 1 na marca do pênalti, literalmente.
Sim, porque a vitória tricolor acabou vindo aos 36 minutos do segundo tempo, com Luciano cobrando bem pênalti provocado por toque de braço de Rodrigo Fernandes.
Antes, a fase inicial havia se encerrado com o empate por 1 a 1. Injusto para o Tricolor que foi melhor ao longo desse período. Nada excepcional, é verdade. Abriu a contagem logo aos 9 minutos de bola rolando com Calleri colhendo cabeçada fatal em cruzamento de Patrick, mas tomou o empate no finalzinho, aos 45 minutos, num melê na área tricolor que Marcos Leonardo finalizou de carrinho.
No segundo período, porém, o Santos equilibrou as ações e o jogo ficou lá e cá, contudo, sem grandes chances de gol criadas de parte a parte
Ao longo de toda a partida vale ressaltar a dedicação de Igor Gomes, de múltiplas funções em campo, fruto da insistência do técnico Rogério Ceni (nesta noite, fora, cumprindo pena por expulsão e substituído por seu auxiliar francês – Ulalá! -, fato único na nossa história, creio).
Sim, porque Igor, que se destacara no berço da Barra Funda e em sua ascensão entre os titulares, havia declinado a ponto de virar mote da torcida. No entanto, nos últimos jogos, parece ter recuperado a confiança abalada e voltou a jogar bem.
Enfim, nesse confronto de forças, venceu o São, enquanto o San lamenta a chance de ser líder do Brasileirão, provavelmente pela última vez nesta temporada.
Helena, a choradeira do Santos, representada por Edu Dracena, é ridícula. Não há nada de se reclamar na jogada do segundo gol do SPFC. Vi o lance várias vezes, e a conclusão é que de fato o lateral foi do SPFC, assim como foi pênalti indiscutível. Quanto ao jogo, o SPFC recuou demais após o 1 a 0. Que sirva de lição. Mas no todo, jogou melhor e mereceu a vitória. Ah, e para aqueles que secavam, é o seguinte: rebaixamento podem esquecer de novo, Clube Grande não cai.kkkk.
Helena, time grande pode não cair, mas se ficar pendurado na corda bamba , fica torcendo prá que ninguém de um empurrãozinho!! kkkk. Mas lembrando também ao fanático são paulino que o tricolor caiu sim, e foi no campeonato paulista de 1990, mas fizeram uma repescagem que possibilitou ao São Paulo disputar a primeira divisão em 91, ou seja, uma virada de mesa típica da diretoria tricolor da época
O Fellipe Mello, fanático palmeirense, bi rebaixado, vai estudar o regulamento de 1990. E outra coisa, ainda que considerasse aquilo rebaixamento, no brasileiro nunca caiu, ao contrário do seu time.
Helena, agora quero falar de outro assunto, me refiro ao caso dos jogadores do Cruzeiro, alguns ex, da época do rebaixamento. Não quero aqui advogar para o Rogério Ceni, mas esses caras, sem noção aliás, os quais são os verdadeiros culpados pelo rebaixamento do Cruzeiro, dia após dia vem um e critica o ex goleiro, insinuando que ele foi o único e principal culpado. Oras, criem vergonha na cara, ele pode sim ter uma mínima parcela de culpa, mas o Cruzeiro com Mano Menezes ficou 18 rodadas sem ganhar antes da chegada de Ceni. E quem joga, decide jogos, são jogadores, os quais, inclusive, perderam pênalti em jogo decisivo. Assim, assumam a responsabilidade, viu, Robinho, Fabio e outros. É vergonhosa essa insinuação que vocês fazem.
Helena, assisti ontem, 09.05.2022, ao jogo Avaí e Coritiba. Vale destacar a ótima arbitragem de Jeferson Ferreira de Goiás. Sempre em cima do lance, acertando nos dois pênaltis pro Avaí. E também não fica dando qualquer falta para picotar o jogo. Que continue assim, que,será um grande árbitro do Brasil.