Copa do Brasil em vermelho preto.

Foto: Marcello Zambrana/AGIF/GPress

O jogo já entrava na sua fase final quando Rigoni recebeu passe exato de Liziero, em plena corrida. Foi chegar na cara do gol e guardar. Pronto! Tava resolvida a questão, pois o próprio Rigoni havia aberto o placar pouco antes, aproveitando-se de uma arrancada de Reinaldo pela esquerda: 2 a 0 diante do Fortaleza, que havia sido mais agudo no primeiro tempo, quando perdeu várias chances de abrir o placar, em vão.

Resolvido, uma ova! Pois, eis que, apenas 4 minutos depois do segundo gol de Rigoni, Pikachu diminui para Romarinho, já nos descontos, empatar a partida.

Mais uma proeza desse Fortaleza tão bem armado, que se sustenta há tempos nas cercanias do topo da tabela do Brasileirão e agora tem tudo pra seguir na Copa do Brasil, no jogo da volta. E, mais uma decepção tricolor, que não consegue de reerguer definitivamente desde a conquista do Paulistinha.

Pudera! com tantas alterações de jogo pra jogo, seja por lesões, seja por volatilidade de seu treinador, a não ser a fé eterna na figura dos três zagueiros, o fato é que o time não revela o menor senso de conjunto, muito menos uma dinâmica ofensiva capaz de animar crítico e torcida.

Foto: Divulgação/Ivan Storti

Pouco antes, o Peixe foi engolfado pelo Furacão, que venceu por 1 a 0, mas mereceria mais, dadas as tantas chances criadas, na primeira meia hora de jogo, quando meteu bola no poste e obrigou o goleiro João Paulo a fazer cerca de quatro defesas prodigiosas.

Ainda sem Marinho, em recuperação, o Peixe não exibe a força de ataque necessária para justificar seu estilo baseado no toque de bola. Pior: seu meio-campo, teoricamente mais criativo, nem cumpre devidamente essa função, tampouco oprime seus adversários no setor.

Resultado: 1 a 0 para o CAP (perdoe-me o amigo, mas me nego a grafar o Furacão com esse H retrô no meio do tradicional Atlético), gol de cabeça de Kayzer ainda no primeiro tempo.

Mas, o dono da noite da Copa do Brasil acabou sendo o Mengão, que goleou o Grêmio por 4 a 0, mesmo jogando a maior parte do tempo com um jogador a menos, fruto da expulsão de Isla.

E tudo se deu a partir da entrada de Michael, aquele pontinha arisco e driblador, no segundo tempo. Embaraçou a defesa do Imortal, fez um gol, sofreu pênalti e encantou a plateia com seus dribles imparáveis.

Uma pálida lembrança de quando o futebol brasileiro era divertido. E vencedor.

Foto: Divulgação/Alexandre Vidal

 

9 comentários

  1. Helena bom dia, o conjunto tricolor apresenta muitas falhas individuais de jogadores, todo jogo quando não é goleiro, são zagueiros,, quando não são zagueiros, são laterais, quando não são laterais, são volantes, quando não são volantes, são meias, quando não são meias, são centro avantes, ontem foi a vez Volpi, de Bruno Alves e de Sara falharem, a direção precisa melhorar a qualidade do elenco, com esse elenco não vamos conseguir algo melhor

  2. Helena, pergunto eu, qual é a vantagem de jogar com três zagueiros se ontem tomamos dois gols dentro da pequena área, Picaxu cara a cara com Volpi entregando o ouro, no segundo, Bruno Alves deixando o atacante ao seu lado fazer o gol, vamos então pedir pro treinador colocar mais um zagueiro, quem sabe com quatro zagueiros consegue evitar gols

  3. Helena, revendo o gol de cabeça no Morumbi no brasileiro, advinha quem disputava a bola com o atacante do Fortaleza, seu nome Bruno Alves, ontem quem estava ao lado do atacante do Fortaleza que fez o gol, seu nome, Bruno Alves, esse jogador é um zero a esquerda

  4. Helena, o Volpi eliminou o Tricolor da Libertadores contra o Palmeiras, vai elimina-lós outra vez na Copa do Brasil, no primeiro gol do Fortaleza saiu catando borboleta, ridículo, tenho a impressão que ele não está enxergando direito

    1. Quem eliminou o SP no jogo contra o Palmeiras nao foi o Volpi (so colaborou, talvez.) foi a superioridade tecnica
      (quer dizer melhores jogadores em quase todas posicoes exceto Miranda e “Rigoni) e tambem o nosso endeusado treinador (tem qualidades) que adotou uma estrategia de jogo SUICIDA.
      Saiu para atacar o adversario mas nao marcou a saida de bola do Palm. (por incapacidade dos jogadores) e
      abriu a defesa dando ESPACO (!!!!) para o inimigo entrar na defesa a vontade.. Nada mais a acrescentar. O resto
      sao estorias inventadas. O nosso time que nao tem ataque sempre encontrava a defesa contraria fechada sem
      espaco. Mesmo assim perdemos 2 gols increveis mas coisa normal para o nivel de atacantes que temos.
      Saudacoes

  5. Se o Nestor tivesse feito o gol cara a cara com o goleiro qua do estava 0x0, o Verdão ia tremer nas pernas, se o Volpi não tivesse falhado no gol do Veiga, o jogo mudaria a favor do Tricolor, quando estava 1×0’por Verdão o Pablo isolou a bola com o gol escancarado, moral da história, os jogadores do São Paulo deram uma de Papai Noel

  6. Helena, o grande Valdir Perez, um dos grandes goleiros da história do Tricolor falhava bastante, mas em jogos menos importantes, me lembro bem. Mas nos jogos decisivos fechava o gol, como, por exemplo, no primeiro Brasileiro conquistado em 1978 contra o Atletico MG, fez grades defesas na partida. O Volpi não é um péssimo goleiro, porém, custou muito caro e, ao contrário de Valdir, faz algumas boas defesas em jogos menos importantes e nos decisivos normalmente falha. Mas uma contratação inexplicável da gestão anterior. Mas uma herança ruim.

  7. Só pra retificar meu comentário anterior, eu quis dizer mais uma contratação inexplicável da gestão anterior. Mais uma herança ruim. Mais e não mas. Corrigido.

  8. Helena, Calleri de volta ao Tricolor. Nossa, que ataque poderoso agora hein? Rigoni e Calleri. Que caldo que vai dar hein? O Tricolor com esse ataque vai marcar em média 3 gols por jogo. Ninguém segura agora. Toca no Calleri e no Rigoni que é gol.

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