
Finalmente, o São Paulo levantou uma taça, depois de uma década na fila.
E o fez com todos os méritos, pela excelente campanha cumprida ao longo do campeonato, que, se não é um daqueles de extrema excelência, pelo menos representa um salto capaz de elevar o Tricolor a um plano superior, mais digno de sua história e significativos.
E vale dizer que não conquistou o Paulistinha diante de um time de segunda, como muitas vezes ocorre nessa competição, Nada disso, Foi diante de um clube igualmente da mesma grandeza, que, neste momento, dispõe de um dos dois maiores elencos do futebol brasileiro. Entre outras conquistas recentes, campeão da América.
É verdade que esse Palmeiras, nas mãos de Abel Ferreira, apesar dos títulos obtidos, jamais conseguiu produzir um futebol à altura de suas reais possibilidades. Muito menos depois que o português adotou esse esquema com três zagueiros, que lhe surrupia maior poder de fogo lá na frente por reduzir a capacidade de criação da equipe.
Ah, mas o Tricolor também tem jogado nesse esquema, replicará o amigo. É verdade. Mas, com uma diferença vital: o meio de campo tricolor é mais ágil e criativo do que o do Verdão, este, sempre com dois volantes básicos, mais marcadores do que inventivos.
O primeiro tempo foi um replay do jogo anterior, com ambos os times mais preocupados em evitar o gol do adversário do que em buscar o seu próprio, que acabou saindo aos 36 minutos com Luan matando duas vezes no peito e disparando bola que quicou em Felipe Melo e enganou Weverton.
No segundo período, bem que o Palmeiras tentou pressionar, uma pressão inútil, pois o São Paulo estava muito atento à marcação e desfazia aos poucos as esperanças verdes.
Até que Crespo resolveu trocar Pablo por Luciano, que imprimiu um novo estilo ao ataque tricolor, mais móvel e dinâmico. E acabou sendo Luciano o herói do jogo, aquele que definitivamente marcou o gol decisivo do título: numa escapada de Nestor pela esquerda, o cruzamento e o toque letal de Luciano na pequena área: 2 a 0.
Se o Tricolor se prepara para enfrentar o Brasileirão com outra postura, sem falar na Libertadores, o Verdão, depois dos recentes títulos perdidos, carece de um longo momento de reflexão, sobretudo acerca desse sistema reproduzido à estafa por seu treinador, tão badalado quanto necessitado de reparos.
Finalmente um técnico e uma comissão técnica que sabem como e realmente querem vencer, ou seja, tem fome e competência de vencedores.
É possível ganhar ainda mais!
Crespo foi excelente escolha, a torcida estava certa quando pedia outro técnico.
Crespo foi muito superior ao Abel Ferreira em todo campeonato.
Helena, Miranda é monstro, senão for o melhor zagueiro da história do São Paulo, no mínimo está entre os três. E tabu de título é o c…….., é campeão p……… Dá-le Tricolor.
Prezado Helena,
Sou corinthiano, mas devo parabenizar o São Paulo pelo belo trabalho que fez.
Desde sua base até o técnico escolhido a dedo, fez um time vencedor.
Coisas que o futebol já demonstrou no passado com vários times, mais que ainda teimamos em descartar.
Sem dúvidas a vontade aliada ao bom trabalho sempre há de colher frutos bons.
Que o futebol reapareça novamente, em todo seu explendor.
Meu desejo de esportista, embora torcedor de outro clube, seja de campeonatos mais disputados e com muita, mais muita raça, coisa que devemos aprender com os argentinos, não há dúvidas.
Grande abraço, saudações, e parabéns ao tricolor de aço.
Helena bom dia, como joga bola esse Nestor, além da assistência pro Luciano fazer o gol, deu um lindo lançamento novamente pro Luciano cabecear pro Gabriel Sara na cara do gol, pena que a bola veio um pouco recuada ocasionando dificuldade no arremate, caso contrário, ele teria feito o gol
O São Paulo foi o melhor time do Paulistão e ganhou com méritos. O vice caiu bem para o Palmeiras…de novo !