
Finalmente, o Corinthians desencantou. Isto é: pelo menos fez um placar digno de suas tradições, um clássico 3 a 1 sobre o Coritiba.
Ah, sim, mas há que se descontar o fato que desde os 16 minutos do primeiro tempo, com a expulsão de Sassi, o Timão jogou com um a mais, o que conta muito nestes tempos de pandemia e da parada de quatro meses das atividades no campo da bola.
E, mais: o pênalti cobrado duas vezes por Jo nas mãos do mito coritibano, o goleiro Wilson poderia ter sido um aguaceiro gelado na cabeça dos alvinegros. Sem falar no empate de Sassá quatro minutos depois de Leo Natel ter aberto o placar num disparo que desviou no beque e enganou o goleiro. Resultado, aliás, justo nessa etapa em que o Timão seguiu sendo aquela equipe incapaz de fluir da defesa ao ataque com vigor e inteligência.
Mas, na segunda fase, sobretudo depois das entradas de Mosquito e Éderson nos lugares de Ramiro e Gabriel, o Corinthians ganhou mais flexibilidade na frente e força no meio de campo, o que lhe permitiu disparar no placar, com Jo, de casquinha, aproveitando levantamento de Araos, e, por fim, Mosquito, concluindo boa trama entre Cantillo, Jo e Pitton, que entrara no lugar de Sidcley.
De qualquer forma, abriu-se uma fresta através da qual o técnico Nunes pode vislumbrar uma saída de seu time da modorra em que vivia. Resta saber se saberá distinguir as nuances dessa visão.
Quanto ao Palmeiras, a vitória desta noite de quarta diante do Furacão não alterou nem um pouco esse cenário desolador em que o Verdão caminha em meio à pandemia, ou desde a perda de Dudu.
Fez seu gol aos 46 minutos do segundo tempo, com um tiro desferido por Veiga da entrada da área, mas arrastou-se em campo o tempo todo, sem volúpia nem ciência.
Com o elenco milionário de que dispõe e um técnico experiente e ultra vencedor, é muito pouco, quase nada.

Alberto Helena Jr.
Eu diria em relação ao curiquinha de itaquera que o mesmo venceu com aquele esquema 15 contra 11 dá-lhe pressão de apito amigo alvinegro e a bolinha que jogou o time de itaquera contra o lanterninha da competição, que jogou grande parte do jogo com um a menos, foi de dar dó e na minha visão se o jogo ficasse onze contra onze a história teria sido outra pois enquanto esteve completo o time paranaense complicou em muito a vida corintiana e te digo mais se tivesse dois Sassas no time deles teriam ganho o jogo então amigo Alberto menos bem menos…o futebolzinho praticado por eles é pifio e o que é pior não tem por onde melhorar; já o Palmeiras ainda com muitas dificuldades de encaixar o time após a saída de Dudu foi a Curitiba e na Arena da Baixada mostrando um pobre futebol fez por onde em arrancar três pontos frente ao furacão e melhorar significativamente sua posição na tabela….futebol feio e que não encanta ninguém sim e muito parecido com o praticado por times dirigidos pelo Felipão como em 2018 em que fomos campões brasileiros pela décima vez portanto não substime o time do Verdão, porém se tivessemos um técnico mais efetivo no “trato” com os jogadores muitos pangarés acomodados no Verdão hoje estariam voando jogando melhor futebol…rindo até 2026. Saudações palmeirenses.
Helena, falando do SPFC, se Diniz insistir na escalação de Juanfran e Tchê Tchê contra o Bahia é porque é muito teimoso. Sou a favor de sua continuidade no SPFC, mas corre o risco de morrer abraçado com esses jogadores. Poxa vida, se tem Luan e Igor Vinicius pra dar mais leveza e velocidade ao time, porque essa insistência em jogadores que não estão bem? Depois, se for demitido, não reclame.
Alberto Helena Jr.
Concordo com o amigo são paulino Ademir e digo mais a teimosia dos treinadores em querer implantar a fórceps um só estilo de jogo sem variação tática vai muito mais por campanhas resultadistas em que mesmo que o futebol seja feio o importante é ganhar, no aspecto de resultados pode até as vezes funcionar veja o meu time o Verdão de 2018 do Felipão ganhando o deca campeonato brasileiro com um futebol que muitos torciam o nariz porém o ideal é que em todos os times o que seria interessante para o desenvolvimento tático e técnico do futebol brasileiro seria a capacidade dos técnicos brasileiros em mudar o estilo de jogo taticamente durante uma mesma partida, variação de jogo e intensidade nas jogadas mas aí é pedir demais né Ademir, concordo com você se o Diniz no São Paulo a continuar com sua utopia de implantação de um só exótico estilo de jogo o fará ir para o buraco do ostracismo juntamente com a incompetente diretoria de futebol do São Paulo…..Deus ajude o São Paulo e o Verdão….# Fora LuxemburgoForaDinizVemMiguelAngel RamiresVemGallardoVemGabrielHeinze….rindo até 2026. Saudações palmeirenses.
Retrospecto da porcada imunda em 2020: 9 (novee!!) jogos para ganhar de um time da série A. …hehehehe… paineras minha piada é vc!!
Jota Jr. já trocou a fralda suja na hora do penalti no Jô?
Dá pra sentir daqui o cheirinho….Parabéns pelo titulo.
Viu Tião mas quem ficou no cheirinhos foram vocês, fregueses em finais !!!
Palmeirense eterna piada, 12 anos sem paulista e ganhando nos pênaltis com a fralda suja….hehehe….compreensivel a revolta.Temos 30 canecos desses…Enjoado já.