
O Santos foi o único dos grandes paulistas a vencer na rodada do fim de semana do Brasileirão: 3 a 1 no Furacão, na Vila.
Não vi o jogo. Liguei na TNT e, de imediato, era automaticamente transferido pra outro canal. Acionei o EI Plus no lap-top e recebi uma desculpa: o canal não podia transmitir para a minha região, Ibiúna, que fica a quinze quilômetros da Grande São Paulo e setenta da Avenida Paulista.
Enfim, tive de me contentar em colher informações sobre o jogo nos relatos dos colegas na Internet,
Mas, cá entre nós, nem precisava, pois bastava constatar que dois dos três gols foram marcados por Marinho e Soteldo, sem falar na assistência para o outro.
Ora, o amigo sabe bem que o acaso sempre está à espreita em cada esquina da vida. Mas, sabe também que toda consequência tem uma causa. Entre o sortilégio e a razão, o coração do torcedor balança.
E é aqui que a coisa pega: o Santos, segundo os que viram a partida, nem jogou tanto assim, não. Mas tinha em ação essa dupla de ágeis dribladores pelas extremidades do campo. E eles, como das vezes anteriores, decidiram a favor do Peixe.
Agora, preste atenção a seguir.
O São Paulo, que vinha num crescendo antes da pandemia, despencou na retomada da bola. Foi o vírus? Ou foi a ausência do único desses dribladores, o menino Antony, que partiu nesse interregno, deixando o ataque tricolor sem o mínimo de contundência e mobilidade?
E o Palmeiras? Dudu era quem fazia a diferença com seus arranques, dribles, assistências e gols em penca. No seu lugar, ninguém com tais características. Pior: mais dois volantes juntando-se ao que lá já estava.
Quanto ao Corinthians, então, nem se fala. Não me lembro de quando o Timão tinha um desses caras. Talvez, o último tenha sido o garoto Malcom, canhotinho driblador que anda aprontando lá na Rússia.
Neste caso, pelo jeito, a razão ganha de lavada do sortilégio.
Alberto Helena Jr.
Com as perdas desses jogadores por você acima citados em seu comentário os times São Paulo, Palmeiras e Corinthians terão que se reinventar rápidamente para não naufragarem neste brasileirão que ainda está no inicio mas onde já despontam alguns times, que efetivamente brigarão pelo título, e aí eu elenco o Grêmio, o Atlético Mineiro, o “Framengo” (mas nem tanto acho que não chega) e pesará em muito essa reinvenção na ida de prospectar bons jogadores na base, vamos fortalecer os times com a garotada formada na casa ou então reforçar pontualmente com jogadores que ficarem livres no mercado e que só tenham custo em relação aos salários sem necessidade de compensação financeira aos clubes que os liberaram e rezar, rezar muito para que as decisões nestes clubes sejam sensatas no sentido de fortalecer e melhorar o futebol praticado por esses times…..rindo até 2026. Saudações palmeirenses.