Tricolor e Bota abrem as portas do Brasileirão

Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press

A abertura do Brasileirão foi promissora, caso os demais concorrentes entrem na disputa com o espírito que norteou esse São Paulo e Botafogo da tarde de sábado: um jogo ofensivo, marcação alta de ambos os times, veloz e divertido, embora o Glorioso exagerasse no  início em faltas graves.

Mas, o Tricolor, mesmo desfalcado de Luan e Liziero, os dois meninos que deram leveza ao seu meio campo, ao lado de Igor Gomes, mas com Tchê-Tchê por ali e Pato no comando do ataque, conseguiu desenvolver um futebol rápido na saída de bola da defesa para o ataque. Assim como  fazia o Bota, diga-se.

Quem, porém, abriu a contagem foi Everton, de cabeça, em bola alçada com ciência por Antony, mais uma vez, o craque do time e do jogo.

E, no segundo tempo, logo aos 6 minutos, Pato fez sua melhor jogada, partindo pela esquerda até oferecer o gol de bandeja para Tchê-Tchê, que acertou o goleiro Gatito.

Aos 18 minutos, no entanto, Cuca substituiu o menino Igor Gomes pelo veterano Hernanes, quebrando de vez a rapidez de passagem da defesa para o ataque, sempre desenvolvida pelo garoto. A partir daí, o Glorioso assumiu o controle da partida, sem, porém, criar grandes chances de gol.

Isso, até os 31 minutos, quando Toró entra no lugar de Pato e injeta um novo ânimo ao seu time, depois de duas arrancadas prodigiosas, até que, sei minutos depois, Hudson colhe um disparo fatal da entrada da área e garante os 2 a 0 finais.

Sinal verde para as tropas que aí vêm avançarem, enfim.

NA LINHA DO GOL

E o Barça, mais uma vez, levanta a taça antes do tempo final. E, mais uma vez, Messi sai do banco de descanso para erguer-se às nuvens que cercam aquele planeta desconhecido de onde veio. O jogo com o Levante estava enroscado até a bola chegar em Messi na área. Com aquela frieza esperta, o bicho matou de direita, já se livrando um milímetro do adversário colado, e, de canhota, claro, meteu no  cantinho. Simples, exato, perfeito, divino.

E o PSG, hein? Na volta de Neymar desde o início do jogo, o PSG conseguiu perder a Copa da França para o modesto Rennes depois de estar vencendo o jogo por 2 a 0, no primeiro tempo, golaços de Daniel Alves e Neymar. No primeiro, corner cobrado aberto por Neymar para Dani colher um tiro de sem pulo no canto. No segundo Neymar é acionado por Di Maria, e, de cavadinha, entre o goleiro e o beque, mete nas redes. O PSG ainda tomou um gol contra de Kimpembe, mas depois da troca de Di Maria por Paredes, o Rennes cresceu, empatou, resistiu na prorrogação, e, nos pênaltis, levou a taça, com todos os méritos.

 

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