Galo e Fla, boas novas!

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Foi uma final de campeonato já na primeira rodada esse clássico nacional entre Flamengo e Cruzeiro no Maracanã, nesta noite de sábado.

Ambos campeões estaduais e dos mais sérios candidatos ao título brasileiro, Fla e Cruzeiro jogaram um futebol fluido, bem disputado, sem chutões nem excesso de faltinhas, o que conferiu à partida um ar arejado de verdadeira modernidade.

O Cruzeiro saiu na frente, com uma bela arrancada de Pedro Rocha, mas, de imediato, o Mengão respondeu com cabeçada certeira de Bruno Henrique. O mesmo Bruno Henrique que viraria o placar mais adiante, com chance de marcar o terceiro. Mas, este ficou por conta do Gabigol colhendo rebote do goleiro em chute do Bruno Henrique.

O Cruzeiro recorreu a todos os seus recursos, com Tiago e Lucas Silva entrando no segundo tempo, mas o Rubro-Negro estava em noite de pura inspiração. E, transpiração, pois jogou com aquela velha garra rubro-negra, merecendo os 3 a 1 finais.

A lastimar-se a lesão de Rodrigo Caio, que tisnou de cinza a celebração de despedida de Juan, um dos grandes da história do Flamengo e da Seleção que ele defendeu com brilho em várias Copas.

Pouco antes, o Galo também oferecia ao seu torcedor uma promissora expectativa, depois da perda do título estadual e otras cositas más, ao bater o Avaí no Independência jogando uma bolinha redonda, sobretudo no primeiro tempo.

Valeu, nessa partida, a constatação do renascer de Geuvânio, aquele ponta-direita canhoto que fazia misérias no Santos e que andava sumido havia um bom tempo, lá fora e na reserva do Fla.

Pois, no Galo, o rapaz desembestou novamente, aos dribles, chutes e passes medidos.

Boas novas, logo de cara, não?

Um comentário

  1. Fazia muito tempo que não assistia a uma corrida de de Fórmula 1. Primeiro, porque não tenho mais aparelho de TV em casa. Segundo, porque a F1 tornou-se uma mentira onde só um carro tem a priori decretado a sua vitória. Bem, pela manha fui à casa de um colega. O senhor que me acompanhava o jardineiro insistiu em ver a corrida. Levamos eu e meu amigo uns 3o minutos para ligar a TV tal a quantidade de controle remotos e salamaleques para sintonizar o tal de HDM1. Depois de longa batalha conseguimos finalmente sintonizar na Globo. A corrida já se encaminhava para o final. Faltavam 5 voltas. O narrador Luis Roberto se esguelava todo para celebrar a “batalha épica” entre quem? Bingo. Os dois carros da Mercedes como sempre. Bottas e Hamilton. Bem atrás dos dois, alguns carros soltando lascas de pneus tentavam tornar a corrida menos vergonhosa. No final, o narrador manipulando como sempre faz a Globo seus telespectadores, tratando de vender gato por lebre. No sofá sentado ao meu lado, o jardineiro percebendo que não iríamos conseguir sintonizar a TV roncava nas asas de morfeu.

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