
Quantas vezes o amigo que acompanha o quicar desta Bola Virtual me flagrou de joelhos clamando pela convocação de David Neres à Seleção?
Pois, finalmente, o garoto entrou em campo com a camisa canarinho e, em pouco mais de meia hora, mudou a cara do Brasil, levando nosso time à vitória por 3 a 1, de virada, sobre a República Checa, lá em Praga.
Até então, o time brasileiro havia sofrido um sufoco dos checos ao longo da segunda metade do primeiro tempo, quando o placar estampava 1 a 0, gol de Darida, em disparo de meia distância no cantinho direito de Alisson.
O Brasil não saía daquele ramerrão habitual de trocas de bola insossas entre os zagueiros e os volantes, com raríssimas investidas em bolas despachadas lá de trás.
Já a entrada de Cebolinha, um ponta veloz, hábil e insinuante, pela esquerda, no lugar de um Paquetá omisso, deu um novo ânimo à equipe que, logo aos 4 minutos, empatou, com Firmino, esperto, aproveitando o recuo mal feito por Seilassié.
Mas, depois da entrada de Neres no lugar de Richarlison, que, aliás, vinha bem, passamos a ver um Brasil ensolorado, cheio de gingas e improvisações, agudo, voltado basicamente para o que excita sua torcida e mete medo no adversário.
Neres é um atacante, canhoto, driblador emérito, veloz, que sai da direita para o meio com a maior desenvoltura. Dribla, passa, toca de calcanhar… ah, sim, e combate o adversário, toma-lhe a bola e dá ciência à bichinha. Fez isso o tempo todo em que a jogada se desenrolou pelo seu lado.
É disso que o futebol brasileiro carece – aríetes pelas extremas que arrastam com seus dribles e infiltrações o adversário pra sua defesa, impedindo assim que ele perturbe a nossa saída de bola, como aconteceu na maior parte do primeiro tempo.
Neres pela direita e Cebolinha pela esquerda nos remeteram de volta aos tempos em que os europeus entravam em campo morrendo de medo. E por quê? Porque não há esquema, por mais bem projetado coletivamente, capaz de prever o imprevisível que nasce do improviso da cabeça desses carinhas e se espalha por seus pés mágicos.
O fato é que daí em diante a virada era inevitável, e ela esteve aos pés de Neres, em rápida tabela com Artur,gol salvo pelo goleiro, incapaz, porém, de evitar o de Gabriel Jesus, Foi assim: Danilo roubou a bola e lançou Neres em alta velocidade pela esquerda; Neres dominou de cabeça erguida, e serviu de bandeja para Jesus de cara com a redes.
E, já no finzinho, numa bela troca de passes na área checa, que contou com toque de calcanhar de Neres pra um companheiro limpar e o menino Jesus ampliar no rebote do goleiro.
Só fico aqui imaginando como será esse ataque brasileiro com Neres pela direita e Neymar em forma pela esquerda, ambos tendo na reserva Douglas Costa ou Cebolinha e Vinícius Jr.
O diabo vai sr acertar esse meio de campo que anda muito devagar, embora Artur dê a consistência do passe certo.
Deu gosto ver o Brasil jogar no segundo tempo com Neres, Cebolinha e Arthur. O time engrenou, jogou, dominou e deu espetaculo. Eu não colocaria Neymar!
Com Neymar no time ele enquadra Neres Tite Cebolinha Alface o time volta a ser uma salada e sabemos o final indigesto. Enquanto Neymar é um mal exemplo para qualquer jogador da seleção.
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Prestem atenção. Logo logo Neymar convidará Neres Vinícius Jr para ser seus parcas essa é sua tática sórdida a fim de destruir eventuais rivais
Basta ganhar um jogo e já somos os maiores..
A seleção checa experimentou vários jogadores durante o jogo e é uma seleção em fase de renovação e no 1º tempo deu baile no Brasil.
Brasil empata com erro do defesa e depois vence quando esta mesma seleção já tinha feito 7 substituições.
Agora só se fala dos “craques” e das suas fintas, como se o futebol fosse apenas isso.
Na Copa América se a vencermos, seremos proclamados favoritos a conquista da próxima Copa do Mundo, pois temos muitos “craques” e muitas fintas.
Começa a Copa do Mundo e alguma seleção séria e comprometida despacha os “craques”.
Vão dizer fomos eliminados por pequenas situações do jogo, ou seja continuaremos a assobiar para o lado.
E mais “craques” apareceram …..