Noite verde: 5 a 0

Foto: Djalma Vassao/Gazeta Press

Foi uma noite verde no Paulistinha desta terça-feira. Afinal, o Palmeiras botou a bola no chão, ao longo do segundo tempo, e disparou a goleada de 5 a 0 sobre o Novorizontino, passando fácil às semifinais do torneio, quando enfrentará São Paulo ou Ituano, que se enfrentam nesta quarta.

É verdade que quatro dos cinco gols verdes nasceram de bolas paradas – dois escanteios, bem aproveitados de cabeça por Felipe Melo e Ricardo Goulart, e dois pênaltis, cobrados por Scarpa e Dudu.

Os dois primeiros gols foram ainda na etapa inicial, o que deu ao Verdão a segurança pra, no segundo período, avançar suas linhas e jogar bola, num nível mais ou menos compatível com a excelência de seu elenco. E aqui vale destacar a participação muito especial de Scarpa, pela primeira vez desde que desembarcou no Parque mais solto, agudo e criativo do que vinha sendo com a camisa verde.

Se seguir nesse rumo, o Verdão se apresenta como o grande favorito ao título paulista. Isso, claro, se não voltar depressa pra casinha e ali ficar correndo o risco de morrer de tédio.

Pouco antes, o Peixe, em Campinas, nem de longe foi aquele time audaz e envolvente dos tempos atuais de Sampaoli.

Ao contrário: foi um time protocolar, jogando para o gasto e pela classificação, já que vencera o RBB por 2 a 0, na partida de ida.

Na verdade, o único destaque do jogo foi o avante Osman, do RBB, que encerra com chave de ouro sua excelente participação no certame. Pelo visto, emplaca o Brasileirão num dos grandes do Brasil.

8 comentários

  1. Alberto Helena Jr.

    O Verdão mostrou sua categoria frente ao aturdido Novorizontino que desorientado viu o Verdão enfiando um gol atrás do outro a torcida palmeirense merecia uma apresentação assim, vamos ver o que os especialistas da alegrinha crônica esportiva gamba vão falar amanhã. Saudações palmeirenses.

    1. Alberto Helena Jr.

      Queria dizer ao Lair Luz o que a FIFA já disse faz um tempinho: “a inveja é verde” ou seja não podem ver o Verdão que pinta a chamada inveja então seu time que faça por onde, tenha uma gestão séria, profissional e com visão empresarial, equipe o clube com toda a estrutura disponível no mercado para o bom rendimento da equipe, tenha uma arena considerada por revistas europeias como uma das dez mais lindas do mundo, tenha um programa forte de sócio torcedor, tenha patrocinadores fortes, tenha uma torcida de dezoito minhões de otrcedores que incentivam e colaboram com o clube, tenha respeito e sabia também valorizar as conquistas de seus adversários, um time que joga sempre na bola e sem esquemas e sempre respeitando os rivais. Saudações palmeirenses.

  2. “”É verdade que quatro dos cinco gols verdes nasceram de bolas paradas …”” Mestre Helena, permita-me fazer observação, que pode parecer pernóstica, mas semanticamente é correta. É óbvio que para ocorrer o gol a bola tem, obrigatoriamente, que estar em movimento e portanto o gol não foi de “bola parada”, mas sim de bola rolando. E se o gol “nasce” a partir de bola parada, então todos os gols assim nascem, pois nos inícios dos meio-tempos e após reposição de laterais ou faltas e escanteios a bola estava parada e o gol resultante na sequência, foi “a partir de bola parada”. Como dizia Millor: “Livre pensar é só pensar”.
    Saudações semânticas.
    R.Siuzudra.

  3. Alberto destaque negativo para o VAR que em Campinas ignorou a violência desmedida do bom jogador Osman do RB,e não apontou penalty claro em rodrygo.
    No Pacaembu Felipe Melo nem advertência levou pela agressão no lateral de novo horizonte.nem com um monte de camara os acerta

  4. Pena o colunista se referir ao Paulistão como paulistinha. Típico de grande parte da imprensa paulistana, que só consegue ver futebol na Capital.

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