
Scarpa no Palmeiras, Sheik de volta ao Corinthians. O que isso quer dizer?
Quer dizer que mais uma vez, o Palmeiras sai na frente do Corinthians, o que não quer dizer que chegará à frente, nas contas finais.
Foi assim, aliás, no ano passado, quando o Corinthians partiu de baixo e levou todos os louros no Brasileirão, um campeonato que, pelo estilo similar adotado por praticamente todos os times – defensivo, sem criatividade e com a bola atirada ao léu -, aquele que estiver mais entrosado tenderá a ter mais chance de êxito.
Nesse sentido, o Corinthians, com Sheik ou com o sultão Kazim, já leva uma vantagem, apesar dos desfalques mais significativos – Pablo e Jô.
Sheik pode dar um toque de experiência e operar no companheirismo da turma nos vestiários, como se diz por aí. Mas, tecnicamente, está no ocaso de sua carreira, entre outras coisas, porque sempre dependeu do físico para executar seu melhor jogo.
Não deu certo no Fla, tampouco na Macaca em suas mais recentes participações.
Já Scarpa é um menino em ascensão, cujos maiores atributos são a técnica e a habilidade, dois elementos essenciais para a longevidade de um atleta. Além do mais, cumpre várias funções num time, desde a lateral-esquerda, onde atuou algumas vezes pelo Flu, como na armação por dentro ou partindo das extremidades do campo.
Como, porém, melhor aproveitá-lo nesse elenco tão rico do Verdão?
Fosse eu o treinador, e não piscaria em escalar assim o Palmeiras titular deste ano: no gol, qualquer um dos três – Prass, Jaílson ou Weverton, recém-chegado -; Marcos Rocha, Edu Dracena, Felipe Melo (isso mesmo, como quarto zagueiro pra ainda mais afinar a saída de bola lá de trás) e Diogo Barbosa; Moisés, Scarpa e Lucas Lima; Keno, Borja e Dudu
Ah, mas quem marca nesse time?, replicará assustado o pragmático de plantão, esse ser apavorado que habita a alma da imensa maioria dos nossos treinadores, comentaristas e torcedores.
Respondo: todos, como manda o figurino. Ou melhor: o adversário é que tratará de se marcar a si mesmo. Se o time jogar com suas linhas avançadas, fechando os espaços desde a saída de bola do inimigo, nem precisa marcar, no sentido de roubar a bola, que a bichinha lhe será entregue de bandeja pela falta de qualidade no passe tradicional de zagueiros e volantes.
É assim que jogam – uns mais, outros menos – os principais times do mundo: PSG, Bayern, Barça e City.
Com o elenco atual do Palmeiras e o peso histórico de sua camisa, nenhum outro clube brasileiro tem mais chances de replicar por aqui o que há de mais moderno lá fora, num resgate, aliás, das nossas mais caras tradições.
Tudo muito bonitinho, mas e o contragolpe do adversário? Que se dane o contragolpe, esse pretexto a que se prendem os enjaulados pelas grades do medo!
Com ele ou sem ele, as falhas sempre virão e os gols contra ocorrerão.
Contudo, a possibilidade de viradas espetaculares sempre estará em pauta para um time que joga assim, pra frente, o tempo todo em busca do gol, por meio da troca de passes pacientes e progressivos.
Neste domingo mesmo, o City, por exemplo, em três falhas individuais de sua defesa, chegou a estar perdendo por 4 a 1 para o Liverpool, na casa do oponente. Isso, já no segundo tempo. Tocando a bola, envolvendo os Reds, de acordo com com seu estilo de jogo ofensivo, reduziu para 4 a 3 e só não chegou ao empate no último lance da partida por um erro milimétrico na cabeçada decisiva de Aguero.
E o Barça? Levava de 2 a 0 do Real Sociedad e acabou virando para 4 a 2 na etapa final.
Dirá o amigo mais renitente que esses times têm elencos espetaculares, fruto de um poder econômico superior e tal e cousa e lousa e maripousa.
Bem, se assim é, que dizer desse Palmeiras milionário, de elenco prodigioso em relação aos demais clubes e elencos do Brasil?
A questão não é essa, meu.
A questão está nas algemas do medo, que atam nossos pulsos há muito tempo. Algemas que podem ser quebradas por esse jovem e promissor técnico Roger Machado, se a direção, a torcida e os nossos vetustos, apesar de jovens, comentaristas, derem ao treinador pelo menos o Paulistão como campo de prova pra tão revolucionária transformação: de bichos na tocaia em homens no campo aberto.
Vamos ver então, ô bacana
O tempo dirá.
Amigo Alberto, um abraço! Concordo com você em partes!!!! O Time do Palmeiras já vem se preparando melhor que os demais já faz muito tempo, pois, finalmente, tem um Banco por trás que banca as melhores contratações. Só que hoje, comparando esse Palmeiras de seus times do passado, ainda está mil anos luz abaixo do time ideal e, pasmem, em l993, mesmo tendo sido bancado pela Parmalat, com Djalminha e cia, deu o que fazer para ganhar daquele time operário do Timão…, que ganhou a primeira partida, inverteu a vantagem de jogar pelo empate, sendo derrotado na prorrogação, na cruz das almas, como diz nosso amigo Chico Lang, depois de esgotado a parte física dos jogadores alvinegros e não ter banco a altura para s substituição. Pesa ainda sobre o Palmeiras, o fato de não ter nenhum título Mundial de fato, exceto os pequenos torneios do tempo que a onça corria do gato. Hoje, os grandes estão nivelados, no decorrer do campeonato muitas ainda vão rolar… Tem times que jogará com outros desfalcados, enquanto outros pegará verdadeiras pedreiras no caminho e será dificil manter uma regularidade como o Corinthians teve no ano passado por conta dos contra-golpes. Então o que quero dizer é: Não tem favorito, mesmo o Palmeiras que levou um baile do Timão no ano passado dentro dos seus domínios… O que não corcordo com você é o fato de ver o time como favorito no papel!!!! E na bola como fica? Então amigo, desculpe… Pela sua aparência você deve ser descendente de Italianos e Palmeirense,… Não sei… Mas uma coisa é certa e ninguém pode negar…Até mesmo o torcedor alviverde… O Palmeiras ainda está devendo e muito…Concordam? Somam os títulos obtidos pelo Timão de 1977 (ressucitado) e o Palmeiras até agora… E olhe que o Palmeiras também saiu de um jejum prolongado em 1993 e Brasileiro em 1916 pelos campeonatos Paulistão e Brasileirão. E a vida continua… Será bonito ver o Timão ganhar novamente desse Palmeiras na Barra Funda. Um abraço.
Ô, meu amigo:
Italian0, sim, com um quarto de espanhol pelo lado materno. Palmeirense, não.
Um abraço
Alberto Helena Jr.
Gostaria de solicitar ao torcedor Sérgio Leandro do time de itaquera mais respeito com o time do Verdão, qual seja no confronto direto entre os dois times desde a sua fundação centenária o Verdão leva vantagem, não vamos nem falar em títulos porque aí é covardia o Verdão tem mais de 365 títulos enquanto que o time de itaquera tem um pouco mais de 168 títulos, o Verdão é o maior campeão nacional e eneacampeão brasileiro quer os gambás queiram ou não, o Verdão é o único time brasileiro que representou a seleção brasileira contra outra seleção a do Uruguai quando o Palmeiras como seleção brasileira enfiou um sonoro 3 x 0 nos uruguaios enquanto que o time de itaquera foi a CBF implorar para usar a camisa da seleção brasileira numa partida caça níquel contra o time do Arsenal da Inglaterra (São Caetano da Inglaterra) e perdeu por 2 x0 envergonhando a camisa da seleção e o futebol brasileiro, temos quer os gambás queiram ou não o título do Torneio Internacional de Clubes Copa Rio 51 confirmado pela FIFA como o primeiro título de caráter global disputado no mundo e isso é o que basta para nós palmeirenses, aquela imbecilidade de fax dita por vocês é só mimimi de time que disputava os mesmos campeonatos e que só vieram a ganhar o primeiro em 1990, o Verdão já é considerado campeão do século XX e o século XXI está apenas começando, vamos parar por aqui aconselho você Sérgio Leandro que deve ser bem jovem para ao invés de ficar na internet só vendo porcaria que procure sites de futebol e conhaça a história de outros clubes de futebol além do seu para não vir dar opinião clubistica sem nenhum fundamento valeu. Saudações palmeirenses.
Corrir texto anterior: Ônde se lê 1916 o correto seria 2016.
Corrija também alguns fatos:
1 – Djalminha não jogava no Palmeiras em 1993;
2 – Sim, o Palmeiras venceu o Corinthians também na prorrogação do segundo jogo em 1993, mas nem era necessário pois o empate já lhe dava o título;
3 – O Corinthians também ganhou títulos com times bancados por terceiros, com dinheiro de origem desconhecida (MSI – Kia Joorabichian).
Abraços.
Bom, Alberto, acredito que futebol é simples de se jogar e os que jogam não superam 11 contra 11.
Dito isso, temos exemplos claros e recentes com o corinthians, o grêmio e cruzeiro.
Claro que no mundo da bola, tudo é passível do imponderável acontecer, o pequeno ganha do grande…essas coisas que só acontecem nesse esporte tão nobre.
Provocações à parte, temos muito o que aguardar quando a bola rolar dentro das quatro linhas.
Forte abraço e saudações.
Meu amigo! passado é passado! A verdade é que a inveja de ver um clube bem estruturado em todos os sentidos; faz doer a qualquer um; um estádio de 1º mundo, sem financiamento público, um elenco estrelado, como muitos diz o “melhor do Brasil” um clube que a maioria dos jogadores querem jogar, pois não fica na mediocridade de time pequeno, que fica dando calotes a torto e a direito e nas competições que participa não precisa conta com ajuda externa(caiu na área é penalti). Acorda pra vida meu amigo Sergio.
“Não deu certo no Vasco, tampouco na Macaca em suas mais recentes participações.”
VASCO?
É CLARO QUE TODOS NOS PALMEIRENSES QUEREMOS TÍTULOS E MAIS TÍTULOS, MAS O QUE O PALMEIRAS ESTA FAZENDO FORA DE CAMPO É COISA DE TIRAR O CHAPÉU REALMENTE, ESTA UMA MAQUINA DE FAZER GRANDES NEGÓCIOS, QUEM TE VIU QUEM ESTA TE VENDO PALMEIRENSE, COLOCOU GENTE COMPETENTE NAS DIREÇÕES A RESPOSTA É IMEDIATA, OBRIGADO MAIS UMA VEZ PAULO NOBRE POR RESGATAR ISSO EM TODOS PALMEIRENSES
AVANTE PALESTRA
O BLOGUEIRO COMETE UMA CONTRADIÇÃO:DIZ QUE CORINTHIANS SAI NA FRENTE COM SHEIK E KAZIM,MAS AO MESMO TEMPO,AFIRMA QUE SHEIK ESTÁ NO OCASO DA CARREIRA E NÃO DEU CERTO NO FLAMENGO NEM NA PONTE.E NEM DARÁ NO CORINTHIANS.
QUANTO AO TIME DO BLOGUEIRO,ELE É SÃO PAULINO.
Sergio Leandro disse: “e, pasmem, em 1993, mesmo tendo sido bancado pela Parmalat, com Djalminha e cia, deu o que fazer para ganhar daquele time operário do Timão…, que ganhou a primeira partida, inverteu a vantagem de jogar pelo empate, sendo derrotado na prorrogação, na cruz das almas, como diz nosso amigo Chico Lang, depois de esgotado a parte física dos jogadores alvinegros e não ter banco a altura para s substituição.
Um time que perde a primeira partida da decisão por 1 x 0 e no jogo de volta devolve a derrota triplicada, ou seja 3 x 0 no tempo normal e mete mais um na prorrogação para sacramentar a humilhação corinthiana, cujos torcedores já comemoravam o título antecipadamente, GANHOU NA BACIA DAS ALMAS? Então o time do corinthinas já começou o jogo cansado. Se não tinha banco não é problema do Palmeiras é do Chico Lang e de toda torcida corinthiana. É por isso que o Palmeiras está montando um time muito bem estruturado e com excelentes jogadores em todas as posições, para não acontecer o que aconteceu com o corinthians em 1993 e para acontecer em favor o Palmeiras o que aconteceu em 1994. PS. em 1994 ganhamos novamente viu Sergio Leandro, Paulista e Brasileiro. Não sei se repetiremos os feitos, mas temos tudo para repetir. Resta esperar. Ace
Parabéns pelo texto!
Faço minhas as suas palavras…
Que pena que a maioria dos seus colegas não pensam assim…..
Cumprimentos.
Marcos Silva
Alberto ,o grande problema do nosso futebol é a luta quixotesca de nossos treinadores para manter seus cargos,um esquema (fantástico )como esse que defende ,depende de ajustes e tempo e maus resultados para ser curtido. Guardiola não foi tão bem no seu primeiro ano,no segundo deslanchou,no Brasil teria sido demitido no primeiro ano. Logo,para defender seus empregos,nossos treinadores se agarram em ferrolhos. Esse bom futebol que defende que o Palmeiras jogue,depende mais da direção do que de Roger, se for respaldado e a direção comprar briga e bancar o técnico, podemos ter esse futebol que foi comentado no seu texto e quem sabe sér seguido por outros.
Já que as coisas estão ruins nos elitistas Corinthians, Fluminense….. O que me diz do Santo André do seu amigo Sergio Soares ?
Pois é. O seu amigo estudioso professor Sergio esta montando um time de “refugos” para voltar a segundona.
Que dureza Alberto, mas concordo com todos vocês. Vamos falar da elite e não dos coadjuvantes….