
O São Paulo acaba de perder Hernanes, o responsável direto pela fuga tricolor do descenso no ano que acaba de se encerrar, e está em vias de ver Pratto bater asas de volta ao seu ninho. O Timão perdeu Jô e Arana, seu principal veterano e sua maior promessa. O Santos ficou sem Lucas Lima, o craque da equipe, e Ricardo Oliveira, o eterno artilheiro. Só o Palmeiras, no futebol paulista, já com um elenco forte, reforçou-se, com as chegadas de Diogo Barbosa, excelente e jovem lateral-esquerdo, Lucas Lima e, de quebra, o goleiro Weverton, pra se juntar a uma dupla de ases sob a meta – Prass e Jaílson.
O São Paulo namora Diego Souza pra assumir as funções de Hernanes – equivalem-se, embora Diego Souza seja um jogador passível de oscilações ao longo de uma temporada.
O Timão traz para o lugar de Arana, Juninho Capixaba, sobre o qual não tenho nenhuma opinião formada, pois pouco vi em ação pelo Bahia, onde, aliás, esteve mais ausente do que presente. E Júnior Dutra, que, embora não seja um centroavante típico, pode ser adaptado ali no lugar de Jô. Danilo, que reformou contrato com o Corinthians, é outro ajustável ao setor. Isso, sem falar no menino Carlinhos, que, inexplicavelmente, teve raras chances com Carille.
Já o Santos terá de garimpar nas suas sempre prodigiosas bases alguém para ocupar o posto de Ricardo Oliveira. Quem sabe esse menino Kaio, de quinze anos, que vem se destacando na Copinha?
Por fim, o Verdão, que mais uma vez entra como o grande favorito paulista às maiores conquistas nesta temporada.
E aqui entra um fator novo: o técnico Roger Machado, um rapaz articulado, com bons conceitos sobre o futebol ofensivo, última palavra nos grandes centros planetários, que surgiu bem no Grêmio pra depois cair, sobretudo na passagem breve pelo Galo. É sua chance de decolar de vez com o elenco que terá à sua disposição. E a grande chance de o Verdão ganhar um padrão de jogo à altura de seu elenco.
Vejamos.
NA LINHA DO GOL
Foram-se nestes dias dois queridos amigos e grandes profissionais: Marquinho Mora, durante muitos anos diretor de Esportes da Globo em São Paulo, e Carlos Heitor Cony, escritor e um dos últimos cronistas de fato deste país que vai perdendo o encanto das palavras e das ideias juntamente com a sensibilidade. Meus pêsames, Brasil.
Vc que é amigo do Sergio Soares, o que vc pensa daqueles “refugos” que ele esta montando no Santo André ?
Assim voltaremos pra segundona de novo heim……
Barcelona, Real Madrid, Manchester United, PSG e antes deles o Milan a Inter de Milão se transformaram no Shangrilá dos jogadores de futebol, principalmente dos jogadores oriundos da América do Sul. Do Milan e da Inter nem temos mais notícias. Os monges de lá desapareceram ou algum terremoto destruiu o paraíso daquela terra de sonhos. Agora o shangrilá mudou de posição geográfica, mudaram os personagens, os monges, porém, o sonho,a filosofia e as políticas do paraíso permanecem a mesma: muito dinheiro não se sabe lá vindo de onde, muita propaganda e promessas da felicidade eterna. Do Brasil, há muitos candidatos inebriados e ávidos por descobrirem a terra prometida cujo sonho maior é tornarem-se o monge maior e ganhar muito, mais muito dinheiro. não importando os métodos nem os caminhos, nem o sofrimento que os levem ao paraíso, não importando que abandonem amigos a família a sua cidade e país. O importante é chegar lá onde há muito dinheiro muito glamour mais infelizmente onde tudo como acontece como num sonho, se desfaz e desaparece num piscar de olhos. Ai quando acordam e olham no espelho, vêem que envelheceram, que não há mais paraíso, amigos nem dinheiro, ai só lhes restam se lamentar pois o tempo passou e não tem mais volta.
De onde vem (origem real e verdadeira) essa enxurrada de investimentos do Palmeiras em uma economia, reconhecidamente falida (Brasil), qual a origem desse milagre ?
Alberto Helena Junior
Gostaria de responder ao internauta Paulo Guimarães (mais um gambá invejoso) que a origem de investimentos no Palmeiras vem de patrocínios de empresas sérias do mercado financeiro e educacional, de planejamento profissional e não amador como na maioria de outros clubes e de estruturação profissional em todos os departamentos do clube simples assim e como diz o Paulo Nobre “enquanto a cachorrada ladra a caravana passa” o Verdão hoje não depende só de patrocínio de televisão e de empresas estatais como por exemplo o pangaré itaquerense que vivia mamando nas tetas dos governos petistas e participando de muitas maracutaias para ganhar títulos (arbitragem da CBF e Rede Esgoto de Televisão) tá bom desse tamanho para você Paulo Guimarães ou você quer mais…não queira passar mais vergonha. Saudações palmeirenses.
Caro Mestre, nos tempos recentes, tenho sempre ouvido a afirmação de que os goleiros tem tido mais dificuldade para segurar |a bola porque esta ficou mais leve. Por acaso a massa da bola não é a mesma(453 g) desde que o esporte teve suas regras firmadas? claro que as bolas de “capotão” ficavam um pouco mais pesadas na chuva, mas secas as de antanho, tanto quanto as de hoje, tem a mesma quantidade de massa( já que peso se refere à força da gravidade que atua na massa da bola). Se não houve mudança é impróprio afirmar que por serem mais leves as bolas de hoje apresentam maior dificuldade para os goleiros. Quanto à forma, se não me engano, sempre foi esfera e isso não pode ser argumento para os goleiros. talvez os materiais de que são fabricadas tenha alguma influência, mas repito: se a bola tiver forma esférica perfeita e constituída de materia uniforme em toda ela, não há razão para essa afirmação.