Só Verdão e Grêmio no domingo de sol

(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O ensolarado domingo amanheceu com uma chuva de gols no Parque: 4 a 2 para o Verdão sobre o Vitória.

Mas, não se engane o amigo palestrino com o placar, embora mereça o festejo a la napolitana, com  muita pizza e chianti, depois do triste meio de semana. Pois, o jogo foi suado, com o Verdão voltando a atuar sob o signo do desespero, em que apenas Dudu, com seus dois gols e arrancadas fulminantes, se sobressaiu.

À tarde, o único a celebrar foi o Grêmio, que venceu a Ponte, em casa, por 3 a 1, de virada, e assim se aproximou um passo do líder Corinthians, que, por sua vez, livrou-se do incômodo do Flamengo, já que os milionários cariocas apenas empataram com o Cruzeiro, em Minas.

O Santos, por sua vez, escapou da derrota diante do Vasco, num Estádio Nilton Santos esvaziado pela estupidez daqueles torcedores responsáveis pelas cenas de selvageria em São Januário, outro dia. Ficou no zero, lamentando em campo a ausência definitiva de Tiago Maia, negociado com o Lille, enquanto o tesoureiro santista dava saltos de alegria pelos 50 milhões que acabaram de entrar no caixa caiçara.

(Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

Já o São Paulo caiu em prantos diante da Chapecoense, que vinha de sinistra descida na tabela, depois dos prodígios inicias neste Brasileirão: 2 a 0 para os verdes.

Ah, mas o Tricolor chegou a ter 71 por cento de posse de bola no primeiro tempo. Sim, 71 por cento de posse de bola e zero de profundidade.

E o nó está ali naquele meio de campo, onde Petros é mais um volante de toques laterais e tanto Cueva quanto Jonathan Gomez não conseguem pingar uma gota de criatividade na construção das jogadas de ataque. Pra completar, Wellington Nem só justifica seu sobrenome (ou será apelido?).

Bem que Dorival tentou mudar o braço da viola com as entradas de Lucas Fernandes e Denílson, mas aí já era tarde para a reação que não veio.

Dorival terá de tirar ouro em pó da cartola pra evitar que o Tricolor viva pela primeira vez em sua história o vexame da queda no Brasileirão.

(Foto: Rubens Chiri/São Paulo)

 

 

7 comentários

  1. BURRIVAL, PIOR NÃO HÁ!!! O São Paulo começou a cavar a própria cova quando contratou esse distribuidor de camisas. Agora a culpa é da falta de sorte. As torcidas de Vasco, Cruzeiro, Santos, Palmeiras, Fluminense, Flamengo, Atlético-MG e Internacional sabem perfeitamente quem é esse “gênio”, o ROLANDO LERO JR.

    1. Chico Lang

      Eu diria ao Lair Luz veja bem o lance o Mina é seguro pelo calção portanto penalti claríssimo e ah preocupe-se com seu time ou está na zona de rebaixamento ou começou a fase “despencatória” como diria aquele filósofo contemporanêo Renato Gaucho. Saudações palmeirenses.

      1. Hey ,meu molecote favorito aonde vos mi cê viu isso,?
        O Todo Poderoso só tem simplesmente 8 pontos de vantagem do segundo colocado. E, vos disse que esta despencando do topo do morro? Ô bicho chato.

        Curti a vitoria do Periquito ae.

  2. Quando mandaram o RC para casa eu escrevi que o RC realmente estava ainda muito „verde“ para o cargo e iria cair mesmo que o São Paulo tivesse time. Quem pensou que tirar o RC faria o time desencalhar errou feio.
    A saída do RC só serviu para desviar a atenção da incompetência da cartolagem.
    Infelizmente nem o efeito “treinador novo” ajudou o time a se sacudir.
    O Doriva é o menos culpado (menos ainda que o RC) e a vaca já está toda atolada no brejo. Resta agora apenas esperar que o São Paulo faça uma boa figura no B do ano que vem, para não passar a vergonha de perder também para times da várzea, mesmo não conseguindo subir de novo para o Brasileirão. A pergunta é quantos treinadores serão queimados até lá?

  3. Nem com a chegada de um novo tcerebro no time, como diria o velho frasista, estes jOogadores nao sentiram a ” Chicotada psicologica ” .

    Mas, sacumê.

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