
Três ataques, 2 a 0 para o Corinthians.
Essa é a síntese não apenas do Derby, mas da própria história espantosa que o Timão vem escrevendo nos campos do Brasileirão. Seja em casa ou fora, como foi desta vez diante do Palmeiras, seu maior rival, num Parque Verde lotado de palestrinos que acalentavam suas ralas esperanças de chegar perto do líder invicto. O Timão, porém, não se abalou um centímetro do seu jogo metódico, eficiente, frio e calculista.
Ficou lá atrás, bem distribuído em campo e com extrema dedicação no combate ao adversário, fechando todos os espaços automaticamente, e deixou o adversário com a bola e todas as incertezas de levá-la à meta de Cássio.
Até que, aos 23 minutos, Romero rola no ponto futuro, como gostava de dizer o saudoso técnico Cláudio Coutinho, pra chegada de Arana, em esplêndida forma, na área; Bruno Henrique tentou se antecipar e acabou acertando o pé do lateral corintiano.
Pênalti, que Jadson cobrou no cantinho: 1 a 0.
No segundo tempo, o Palmeiras voltou com Borja no lugar de Bruno Henrique, acenando para uma blitz verde, que se esboroou na única investida alvinegra desde então, aos 20 minutos, quando Romero tocou para Arana e o lateral bateu de canhota, cruzado, no canto oposto de Prass: 2 a 0.
A partir daí, o Verdão entrou em parafuso, com as mudanças feitas por Cuca, dentre as quais o zagueiro Mina atuando lá na frente à espera daquele cruzamento fatal que poderia alterar o cenário já pintado de preto e branco. Em vão.
E assim vai o Corinthians, como um desses robôs invulneráveis do cinema de ficção científica. Quem se atreve a derrubá-lo?
NA LINHA DO GOL
Pouco antes, o Peixe, em Belô, desfalcado de quatro de seus principais jogadores – Renato, Vitor Ferraz, Lucas Lima e Copete – derrubou a crista do Galo com um tiro certeiro, de falta, de Daniel Guedes. Isso, num jogo em que ambos perderam um pênalti de cada lado, em cobranças de Kayke, nas mãos de Vítor, e de Fred, defendido por Vanderlei, cada dia melhor, até mesmo jogando machucado como nesta noite de quarta. E assim o Santos, comendo pelas beiradas, vai dormir vice, torcendo pra que Grêmio e Flamengo empatem o clássico desta quinta.
BEM QUE O MEDIADOR TENTOU AJUDAR. FEZ VISTAS GROSSAS PARA O JOGADOR DO VERDE QUE CHUTOU O ROMERO NO CHÃO E FEZ VISTAS GROSSAS PARA O JOGADOR DO VERDE QUE CHUTOU O BRAÇO DO CÁSSIO. PÔ, O CARA VISA O BRAÇO DO GOLEIRO CLARAMENTE, FEZ FALTA MERECIA A EXPULSÃO ASSIM COMO O CARA QUE CHUTOU O ROMERO NO CHÃO. E O VIDRO DE MOSTARDA FINGIU QUE NÃO VIU. AJUDA IMENSA PORQUE O VERDE ESTARIA UM BOM TEMPO COM DOIS JOGADORES A MENOS.. PERDEU COM OS ONZE JOGADORES PARA NÃO TER DESCULPAS.
Podemos nem ficar na Zona da Libertadores… mas que esta engracado esta
É isso aí, Alberto.
Quem pode segurar o timão?
Ah, já sei, talvez o flamengo?….atlético mineiro?
Bah!…já cansei da história de “todos contra o corinthians”….até quando isso?
O corinthians não é invencível, o corinthians apenas treina corretamente tática e tecnicamente, diferente dos outros demais clubes.
Isso faz uma “baita” diferença na prática em campo, nos onze contra onze.
Título simbólico do primeiro turno já está no Parque São Jorge, e que venham cruzar espadas com ele.
Grande abraço e saudações corinthianas.
Parabéns pelo comentário, mostra bem a situação lamentável do futebol no Brasil. Digo isso sem desmerecer o Corinthians, ao contrário. Vem remando contra a maré, entendendo e fazendo o elementar do futebol contemporâneo, que inclui sim um bom gerenciamento extra campo pro futebol funcionar bem dentro das 4 linhas. Sempre foi assim, mas hoje é muito mais complexo e não tem jeitinho que resolva. Quem quer passar para o próximo level tem que colocar isso em prática e a diferença será gritante, independente do estilo de jogo. É o Tite ao lado do Dunga, pra ser mais didático usando um exemplo bem simples.
FOI DOIDO ESTA DERROTA E ACREDITO QUE A LUA DE MEL COM A NOSSA APAIXONADA TORCIDA QUE VEM APOIANDO EM TODOS OS MOMENTOS ACABOU, CHEGA DE PASSAR A MÃO NA CABEÇA; ESSE ANO ESTA UMA BAGUNÇA O VERDÃO É PLANEJAMENTO ERRADO, SÃO CONTRATAÇÕES NO MÍNIMO SUSPEITA TOTALMENTE EQUIVOCADA E MATOS QUEIMANDO DINHEIRO DO CLUBE, JOGADORES TENDO TUDO DO MELHOR E CUCA TOTALMENTE PERDIDO É CENTROAVANTE QUE VIRA MEIA E ZAGUEIRO CENTROAVANTE É LATERAL QUE NÃO SABE SE É MEIA OU LATERAL, ETC, A PAZ ACABOU…
Parabéns, leitura perfeita, foi exatamente isso que aconteceu.
Acontece o seguinte: Ano passado, a CREFISA investiu menos, mas melhor para o palmares ser campeão. Duvido que ela pagou mais de 20 milhões pra comissão de arbitragem ajeitar o titulo. Esse ano, eles gastaram 120 milhões com jogadores medíocres, acharam que isso bastaria e esqueceram da arbitragem. Daí ficou difícil né?
a lamentar o fato de o Carille não ter colocado o nosso “pibe de oro” no final pra fazer um salseiro na defesa deles. O Pedrinho vai ser titular antes do fim do campeonato. Parabéns ao Romero que mantém a pegada , e a precisão nos passes, o jogo todo. Quanto ao Cássio deu mais um daqueles passes que acabam em gol como no do Arana. Dele para o Arana do Arana para o Romero e de volta com o titular da Seleção na Russia(será??) pro gol. 3 passes e gol .Cássio continua devendo na saída de gol, mas esta muito bem debaixo da trave.
‘Ser Corinthiano é ir além de ser ou não ser o primeiro.. Ser Corinthiano é ser também um pouco mais Brasileiro!!!
Como mais brasileiro se até a origem do nome é estrangeira.
Deu Gavião mais uma vez,, ou diria Escorpião?
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Ja fiz minha aposta no jogo do bicho.
Abços
Retranca virou futebol compacto
9 jogadores atras, e o goleiro agora é que é futebol bem jogado.
Um time que joga como o Corinthians são as manchetes de toda a mídia, que futebol kkkkkk.
Pobre futebol brasileiro.
Papo do jogo de ontem na Mooca (hoje e regado a uma cerva justa), com dois ex jogadores da antiga – um do Juventus.
Fiz a seguinte provocação: o tal futebol moderno, linhas de quatro e coisa tal, é muito diferente que o Milton Buzzeto fazia no Juventus? Me responde um lateral esquerdo que, só, jogou dez anos no Juventus (inclusive com o Milton Buzzeto). Igual – a diferença que as linhas corriam menos e contra os grandes, o jogo era por uma bola, duas talvez e fecha. Eu como corinthiano sofri muito no Pacaembu com essas tais “bolas”. Principalmente com um tal “falso” ponta esquerda chamado Wilsinho. Modernidade pura dos velhos tempos.