
O time reserva do Santos que entrou em campo diante do Atlético Goianiense, lá, não deu conta do recado.
Levou pressão do adversário durante todo o primeiro tempo, sobretudo quando a bola era lançada na direita para o hábil e veloz pontinha Andrigo, que, por acaso acabou abrindo o placar, na sequência de pênalti cometido e defendido por Vanderlei, que foi ao poste e, na volta, serviu ao atacante.
Isso tudo no primeiro tempo. Pois, no segundo, tudo se inverteu, sobretudo depois das entradas dos dois Tiagos – Maia e Ribeiro -, quando Lucas Lima já estava em campo, no lugar de Vitor Bueno, machucado ainda no primeiro tempo.
A partir daí, o Peixe tomou conta da partida, pressionou, chegou ao empate, com um tiro preciso de Tiago Maia de fora da área, e só não virou a partida por isso e por aquilo.
A propósito, cada vez mais me encanta o futebol de Tiago Maia, um volante como poucos: marca, arma e ataca com fluência incomparável. Desliza pelo gramado como se calçasse patins em vez de chuteiras. Pena que, mais cedo ou mais tarde, nos deixará na mão.
Realmente por ser jogo fora, ganhou um posto, apesar, que jogou o segundo tempo praticamente com um jogador a mais. E sendo assim, deveria ter conseguido os três pontos.
Parabéns Sr. Alberto Helena Jr. um dos poucos comentaristas que faz valer à pena ler os seus comentários.
O Levir deveria testar o time com 2 meias, com a entrada do Jean Mota no time. Assim, Lucas Lima jogaria mais adiantado, com B. Henrique e Copete espetados à frente. Os laterais poderiam atacar mais, pois Renato e Jean fariam a cobertura. Um time mais compacto e com mais possibilidade de retomadas de bola. Jogar com 3 atacantes é somente para quem possui 3 BONS atacantes. Não é o caso do atual time do Santos.