
Não foi certamente aquele jogo disputado sob o signo da técnica, emocionante, com os dois times atacando e criando chances de gol de acordo com os perfis de Palmeiras e Santos marcados neste Brasileirão. Muitas faltinhas, nheco-nheco, mumunhas de parte a parte e pouca bola rolada com ciência e habilidade pelos times que têm oferecido o futebol mais agradável em terras tupiniquins nesta temporada, ao lado do Grêmio.
Mas, o resultado final de 1 a 1 acabou beneficiando a ambos.
O Palmeiras, porque segue líder isolado, embora com apenas um ponto de diferença do Timão, apesar de tão significativos desfalques, agravados pelas perdas ainda no primeiro tempo de Moisés e de Mina, autor do gol de abertura, de cabeça, em cobrança de corner, aos 6 minutos de jogo.
E aqui entra a excelência do elenco verde, que, para os respectivos lugares, pôde recorrer a jogadores da categoria de Arouca e de Edu Dracena, que, se não deixaram a peteca cair, extraíram do técnico Cuca a possibilidade de outras mexidas pontuais mais à frente.
Já o Santos, que saltou para a quarta posição na tabela, conseguiu o empate com Gabigol, num disparo que desviou em Vitor Hugo matando o goleiro Prass, aos 10 minutos do segundo tempo, teve nesse período final pleno domínio do jogo. Não é pouco, convenhamos, enfrentando o líder em seu campo, lotado por uma torcida única de mais de quarenta mil palestrinos.
Portanto, entre mortos e feridos, salvaram-se todos, como diria aquele locutor port… filipino.
Helena, sempre cito que você é aquele que melhor escreve e analisa futebol, assim como também gosto muito do Noriega, que até outro dia era seu companheiro de emissora. Só que neste jogo o Noriega deixou seu lado verde florescer. Ele foi totalmente parcial, falando, durante quase todo o jogo, apenas o que o Palmeiras deveria ou não fazer. Foi difícil assistir ao jogo com ele tendo essa posição na transmissão. Se você tiver contato com o Noriega, faça o favor de dar alguns conselhos de mestre pra ele, afinal, não´são apenas os torcedores do Palmeiras que pagam Pay Per View.
concordo com o Rafael, Noriega foi clubista demais, e não somente nesse jogo, em alguns outro também.