
Nem na Guerra das Malvinas a Argentina se mobilizou dessa forma: do presidente ao gari, num único clamor – Queda-te, Lio!
Até outro dia, não eram poucos os argentinos que olhavam de esguelha a presença de Messi com a camiseta alviceleste do seu país. Só joga no Barça, era o mote que rolava nas calles de Buenos Aires. Não ganhou nada e tal e cousa e lousa e maripousa.
Só havia uma unanimidade: Messi, assim como Maradona, é melhor do que Pelé.
Mas, isso não é novidade para os argentinos, que, muito antes de Messi, Maradona e Pelé, desterraram de seu coração o imenso Alfredo Di Stefano, considerado pelo mundo inteiro naquela primeira metade dos anos 50 o maior jogador do mundo, mas que não era sequer cogitado para a Seleção Argentina desde sua partida, no final dos 40, para a Liga Pirata da Colômbia e, depois, no Real Madrid tão vitorioso.
Di Stefano chegou a defender a Seleção da Espanha, na Copa de 62, só pro amigo ter uma ideia, embora machucado não tenha jogado ao lado do húngaro Puskas na chamada Legião Estrangeira da Fúria.
Aliás, o argentino sempre me surpreendeu. Povo com um nível escolar muito superior ao nosso, por exemplo, é dado a paixões desenfreadas. Talvez como herança da religiosidade ibérica dos colonizadores, combinada com o sangue ardente da forte imigração itálica, vive a construir andores para seus ídolos santificados, da mesma forma com que os destrói num piparote. Isso, sem perder o balanço da picardia, outro traço característico dos hermanos. É o tango e a milonga – a tragédia e a comédia.
Basta dizer que até criou-se lá uma tal Igreja Maradonista, em celebração ao talento de Maradona. O mesmo que, no início da Copa América, advertiu os jogadores de seu país: se não trouxerem a taça, nem voltem pra Argentina. Pois, o mesmo craque, agora, pede que Messi reconsidere sua decisão de abandonar a Seleção.
O fato é que, ao perder aquele pênalti fatídico na decisão com o Chile, depois de uma atuação apagadíssima, Messi foi para os vestiários com a certeza de que seria queimado em praça pública no seu país, pois não estava predestinado mesmo a ganhar nenhum título importante defendendo a Argentina, ainda que tenha se transformado durante esta competição no maior artilheiro da história da camisa alviceleste.
Deu-se o oposto: um comovente apelo nacional pra que fique.
Uma reviravolta inesperada, que abre mais uma temporada de ansiedade para o melhor jogador do mundo dos últimos tempos.

Qual o país no mundo que às vésperas da competição esportiva mais importante da terra que são as olimpíadas não estaria vibrando, entusiasmada, Há sim, o Brasil. As instalações são de última geração, ótima logística, a cidade se modernizou tem tudo para dar certo mais não, autoridades, políticos e a mídia estão contra, preveem o caos. Obviamente há problemas como ocorreram em outros países no passado mais isso não justifica essa campanha massiva contra os jogos. A quem interessa isso? Já que está tudo pronto para o ínício, deveríamos fazer de tudo para minimizar os problemas e tirarmos o máximo de proveito das competições. Na verdade esse pessoal que age contra é uma turma pra lá de desprezível, são aqueles mesmos que tumultuam o nosso país na política..
Com essa crise estalada, o povo mal conseguindo comer, pessoas desempregadas, a violência de sempre,impostos a rodão pra pagar, você acha que o brasileiro vai se empolgar com olimpíada ?. Se empolgou com a copa e o país piorou com obras nos estádios superfaturadas, elefantes brancos e projetos inacabados com imenso desperdício de dinheiro público,sem contar a palhaçada que foi aquele 7×1.Com todo o respeito,Sardinha, dou toda a razão pra quem não está nem se lixando com tocha, olimpíada e o escambal !
cOpA do mUndO se fAz cOm EsTÁdiOs o REI PELÉ sEr ETErnO…
IgUAL a DORVAL COUTINHO PELÉ e PEPE nEm dAqUi a 5000 miL AnOs
José Sardinha, bem que você poderia fazer algum comentário sobre o Messi neste espaço.
Assuntos sobre olimpíadas são feitos em outra página. Chorumelas políticas e sociais, também.
Falamos muito dos argentinos… queremos ocultar neles a nossa grande vergonha, indignação, revolta e hipocresía… Exaltamos “ídolos” como Robinho e, agora Neymar que, esses sim, nunca pensaram com amor para com sua pátria nem com o coração para com todos os brasileiros… dinheiro, dinheiro, mulheres, festas… qual a diferença,por exemplo, com um Maradona ? Somente porque este é argentino e aqueles são nossos ídolos? Se, pelo menos, três ou quatro jogadores do Brasil, tanto na Copa 2014 como nestas duas últimas Copas América, teriam mostrado amor pelo seu país e verdadeiros sentimentos pelo seu povo como o fez e faz o próprio Messi, seguramente não estaríamos remordendo nossas línguas com as derrotas que sofremos… Há muito tempo que o Brasil não tem homens verdadeiros que joguem futebol na seleção… não é somente culpando ao técnico que se resolve esta atual vergonha esportiva do país…
pinUELO sEr SimpLEs qUEm nAO se cOmprOmETEr qUE nAO sEjA + cONvOcAdO
e qUAnTO ao mESSi AR de ArAqUE qUE cONTlnUE nAO gAnhAndO nAdA na sELEçAO ArgEnTinnA
SR ALBERTO,SOU SEU ADMIRADOR DESDE O TEMPO DO SAUDOSO(E INSOPORTAVEL SANTISTA)PEIRAO DE CASTRO.SO ESTOU TENTENDO INFORMAR O SR QUE DI STEFANO,JAMAIS DOS JAMASES QUIZ JOGAR COM A SELECAO ARGENTINA.MEU AVO FOI COMPANHEIRO DO ALFREDO ATE NA COLOMBIA E ME CONTOU QUE ALFREDO,JAMAIS PENSOU EM JOGAR PRA ARGENTINA.UM DIREITO QUE LE ASSISTE.UM ABRACO.
Sr Sardinha, esse é um blog esportivo e não um palanque ou tribuna política, leve esse viés pra outro forum…..
Entendi. Prometo a partir de hoje ser um cidadão alienado politicamente. esqueci que estou no país dos coxinhas.
sArdihA AnTi CoxA
hOjE TEm mArmELAdA ? TEm SiM sENhOr e o pAiAçO o qUE ?
é o zé pOvO qUE fOi EChEr AvENidA prA ApOiAr gOLpE