Alemanha, como o Barça, o Bayern, como…

AFP
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Foi um contraste brutal, depois de ver o jogo do Brasil enfrentar a Alemanha campeã do mundo diante da Georgia, pelas Eliminatórias da Eurocopa. Se fosse traduzir isso em números num placar virtual do futebol, seria algo como 7 a 1.

Jogando sem nenhum volante típico, com seis meias à frente da linha de zaga – três armadores (Krool, Schweinsteiger e Özil) e três mais ofensivos (Reus, Götze e Müller) – os alemães envolveram os compatriotas de Stalin, trocando passes, driblando e investindo sobre a área inimiga, fizeram 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com Reus e Müller, e desperdiçaram, por baixo, mais meia dúzia de ótimas chances pra ampliar o resultado final.

No segundo tempo, diante da incapacidade ofensiva dos georgianos, a Alemanha limitou-se a levar o jogo até o fim. Mesmo assim, depois de um breve período de inação, partiu novamente pra cima e por um triz não chegou ao terceiro gol.

É uma Alemanha que lembra o Barça e o Bayern e de Guardiola, times que, segundo seu próprio autor, têm como modelo a nossa Seleção de 70.

O mundo gira, os anos passam, a Lusitana roda e, no fim, caímos na ideia central do que vem a ser o melhor, pairando acima do tempo e do espaço.

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