
Corinthians e São Paulo voltaram a campo nesse insosso Paulistinha com seus times reservas, claro, pois têm que pensar em coisas mais importantes, como, por exemplo, a Libertadores no meio de semana, já que nesse torneio menor estão classificados para a fase que realmente vale algo.
O Timão, que havia exibido uma bola redondinha com essa mesma formação na terça-feira, desta vez, porém, refluiu ao lugar-comum do tal 4-1-4-1 tão decantado pelos menos informados e mais deslumbrados. Resumindo: jogou pro gasto e ganhou por 1 a 0 de um Bragantino caindo pelas tabelas.
Gol, finalmente!, de Love, pegando uma rebarba no segundo pau de cruzamento de Luciano.
E isso foi rigorosamente tudo. O resto foi aquele nheco-nheco, marca-marca, pega-pega, passes imprecisos e praticamente nenhuma emoção.
O Tricolor, por seu lado, passou o primeiro tempo todo apreciando o cenário de um Morumbi vazio: toca pra cá, toca pra lá, e necas de pitibiribas.
No segundo tempo, Muricy trocou Pato por Kadec, e o Tricolor melhorou o suficiente para meter 3 a 0 no frágil Linense, com direito a dois do substituto e um de Rogério Ceni, de falta.
Para o Corinthians, essa vitória não quer dizer nada. Nem uma eventual e improvável derrota o diria.
Já para o São Paulo, pelo menos, aliviou as dores da derrota fragorosa para o Palmeiras. Mas, não inspirou grandes esperanças para o breve futuro, não.