No fim, deu Inter

Alexandre Lops/SCI
Alexandre Lops/SCI

No clássico paralelo entre Corinthians e Inter por uma vaga direta à fase de grupos da Libertadores, deu o Colorado, aos 50 minutos do segundo tempo, quando Wellington Silva fez o gol da virada, infiltrando-se pela direita, atrás da defesa do Figueira, e batendo de direita, rasteiro, bola que escoou pelas mãos do goleiro antes de ir às redes.

Até então, o grande vencedor desta tarde de sábado era o Timão, que batia um Criciúma já rebaixado e recheado de juniores, por 2 a 1, no Itaquerão, o mesmo placar final de Florianópolis. E olhe que foi pouco pelo número de chances criadas e desperdiçadas pelo Corinthians. Só no primeiro tempo, foram três, afora as duas bolas nas traves do Tigre, e sem contar o gol de Elias, em boa troca de passes que culminou do giro preciso do corintiano. Que, por sinal, estava alguns milímetros em posição de impedimento. Ao contrário de Ricardinho, na jogada anulada pelo bandeirinha e que resultou num gol invalidado do Criciúma.

Mas, era para o Corinthians ir pro vestiário com uma goleada sobre o adversário, essa é a verdade.

No segundo, o Tigre mostrou suas garras com Roger Guedes aproveitando bem corner cobrado e falha de Cássio para empatar.

O Corinthians, então trepidou um pouco até a entrada de Danilo no lugar de Petros, atendendo a pedidos. E lá estava Danilo no centro da bela trama que resultou no gol Fábio Santos, em jogo que o menino Malcom marcará em seu diário como o melhor de suas curta carreira no time titular alvinegro, entre tantas jogadas, pela terceira bola nas traves do Criciúma, na etapa final.

Enquanto isso tudo ocorria, o Inter penava diante do Figueirense, que saiu na frente e resistiu até o finzinho, mesmo com a expulsão de França, que voltou a campo, depois do apito final pra peitar e correr atrás do juiz, em cena de pastelão. Mas, expulsão por expulsão, sobrou ainda mais para os dois lados, e o gol de Rafael Moura, de cabeça, claro, animou o Inter a chegar, com Wellington Silva, à vitória e à vaga tão desejada na Libertadores, mesmo desfalcado de alguns titulares, dentre eles, sua estrela mais cintilante – D’Alessandro.

Resta agora o Corinthians resolver sua vida a toque de caixa, pois a Libertadores, pra ele, começa mais cedo. Primeiro, a eleição pra presidente. Em seguida, a contratação de um novo treinador, já que tudo indica, Mano está fora. E, no ato seguinte, a ida às compras pelos reforços que Mano não teve. Isso, com o caixa vazio.

Não vai ser mole, mano.

3 comentários

  1. O Corinthians brincou de tobogã no Brasileiro deste ano e a quarta colocação foi o máximo que conseguiu,pois afinal Grêmio e Fluminense conseguiram ser piores.
    Com este elenco,mesmo passando pela fase classificatória,não chegará no meio do
    caminho na Libertadores,e seria bom fazer caixa com Ralf e Guerrero e se desfazer de
    muitos medalhões e enganadores que engordam demais a folha de pagamentos.
    O maior campeão da Taça SP revelou nos últimos anos somente Marquinhos e agora
    aparece Malcom e mais ninguém!
    Quem manda na divisão de base do clube?

  2. Com um gol roubado o curica ,consegue vencer com as calcinhas na mão o frágil criciuma que deu calor no curica.Mostrando que esse time dessa técnico de segunda merecia era estar rebaixado na segundona.levar 5 do florminense,mostra o quanto esse time e seu técnico é mediocre.Não conseguirão passa pelo TOLIMA.,E essa imprensa paulista ainda querem enaltecer esse time medíocre do curica, maior devedor do Brasil, deve mais 600 milhões e essa imprensa fica escondendo a noticia de que o time está falido.

  3. Medíocre é vc seu trouxa e curica é o seu timeco que deve ser o menguinho favorecido pela arbitragem seu babakão! Aceita que dói menos o seu timeco fora da Liberta e vai chupar o time inteiro do tolima seu paga pau dos infernos! Se joga na BR e se mata seu verme! Vai dar uma volta na linha vermelha seu imbecil!!!

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