
A justificativa para essa legião estrangeira no Palmeiras é a de que os mercados vizinhos são mais baratos. Isso valeria, porém, quando se tratasse de um craque argentino, uruguaio, chileno, colombiano, seja lá de onde for, consumado, de alta classe
Na comparação com um brasileiro de similar categoria, então, o gringo seria um negócio da China.
Mas, não é o que se vê no caso do Palmeiras, que contratou nestes tempos oito reforços além fronteira. Disse reforços e não vou me ater ao conceito de qualidade de cada um deles. Sucede que reforço significa aquele craque que veio para jogar.
Ora, a legislação esportiva brasileira só permite a utilização de cinco jogadores estrangeiros por equipe. Quer dizer: se esses oito vieram para reforçar o time, pelo menos três deles estarão fora de jogo. Logo, esses três não são reforços coisa nenhuma. Vieram para compor elenco, isso, sim.
Nesse caso, não teria sido mais ajuizado, diante da crise financeira que assola o Verdão e os demais clubes do país, optar pela garotada da base do próprio clube? Afinal, gasta-se uma fortuna para manter esses centros de treinamentos para as categorias inferiores e aproveita-se muito pouco dos resultados obtidos.
Mas, se o amigo quiser perder seu tempo, como o faço agora, então procure células cinzentas suficientes por baixo das cartolas dos nossos dirigentes.
FORA VALDIVIA
Farra com dinheiro alheio,o clube é que se lasca pra pagar depois !