E deu Timão na boa estreia de Robinho

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

A expulsão do volante Alison foi o ponto de inflexão do clássico na Vila. Até então, o Santos tinha o controle da partida. Maior domínio de bola (60 por cento contra 40) e mais incisivo no ataque, embora não criasse grandes chances de gol, a não ser duas que Thiago Ribeiro chutou por cima.

É verdade que o jogo, como de hábito nos nossos campos, era pontilhado por aquelas faltinhas venenosas, sempre procurando evitar a construção de jogadas do adversário.

Truncamento que se reduziu no segundo tempo, fosse por medo de novas expulsões, fosse porque o Santos obrigou-se a dar campo para o Corinthians, mais preocupado em evitar o pior do que em construir o melhor. Apesar disso, sob o comando e versatilidade de Robinho, espicaçava o Timão em contragolpes rápidos, até que, o zagueiro Gil, na cobrança de corner, de cabeça, colocasse o ponto final no placar, já lá pelos 38 minutos do segundo tempo, dois depois da saída de Robinho, obviamente cansado.

Assim, o Timão mantém-se no G-4, próximo da disputa pelo título, e o Santos hasteia na Vila a bandeira da esperança de que Robinho veio para dar ao time aquele algo mais de que tanto carecia.

A estreia de Felipão: Inter, 2 a 0

Em quatro dias à frente do Grêmio, Felipão mexeu e remexeu em metade da equipe. Resultado: 2 a 0 para o Inter, no clássico gaúcho em pleno Beira-Rio, gols de Aránguiz e Winck.

Não vi o jogo, mas os que viram relatam que o Grêmio, apesar de tantas alterações, até que não foi tão mal assim. Ao contrário: além de obliterar todas as ações ofensivas do Colorado no primeiro tempo, ainda teve bons momentos no segundo, sobretudo, depois da entrada de Fernandinho, que, no meu modesto olhar, nunca deveria ter ido para o banco.

Mas, enfim…

 

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