
O Fluminense estava a um passo de encostar no líder Cruzeiro, quando o técnico Cristóvão Borges decidiu arrecuar os arfos, como rezava a antiga cartilha dos beques de fazenda. Logo ele (clone de outro ilustre baiano, o compositor Assis Valente), que nos vem deliciando com um jogo de toques e compulsivamente ofensivo?
Pois foi a noite das contradições no Maracanã. Basta dizer que, enquanto Cristóvão recuava seu time, Celso Roth, mestre em retrancas e similares, soltava as amarras do seu Coritiba, o que lhe valeu esse empate por 1 a 1, gols de Elivelton, de cabeça, para o Tricolor, e de Germano, em belíssimo disparo de fora da área, para o Coxa Branca.
É verdade que, mesmo antes dessas alterações de conduta, o Flu não vinha bem no jogo, ao contrário do Coritiba, que crescia à medida em que a bola rolava, a ponto de somar quase o dobro de finalizações a gol do que o adversário, além de ter mantido a bola a seus pés por muito mais tempo.
Acontece.
Já o Cruzeiro, pouco antes, jogou, sim, melhor do que o Criciúma, embora pior do que o seu habitual. Mas, esbarrou no ferrolho amarelo. E, quando conseguiu vazá-lo, teve diante de si o goleiro Luís, repetindo o mesmo excelente desempenho da partida contra o São Paulo, na rodada anterior.
No fim, esse segundo empate consecutivo acabou não se refletindo na liderança isolada do Cruzeiro. Mas, por certo, acendeu um sinal amarelo na Toca da Raposa.
o cruzeiro, e’ igual ao elefante que subiu na arvore; TODO MUNDO SABE COMO SUBIU, agora como vai despencar e’ que ninguem ainda sabe. Mas que o tronco da arvore esta’ bem lambuzado de artimanhas e ele ja’ começa a escorregar, Daqui a pouco vem a queda total para alegria de milhares e milhares de adversarios.
AMEM!!!
Sou consultor de produtividade, insumos e treinamentos de habilidade, trabalhei com os gringos nos EUA e resolvi fazer a consultoria no futebol; iniciei por lá mesmo.
Convém explicar o seguinte: Habilidade é tudo aquilo que pode ser aprendido como todos os tipos de esportes, musica etc., já a faculdade ou talento, criatividade é nato, não existe como ensinar, talvez treinar para tentar desenvolver estes dons.
Faz dez anos que tento convencer nossos dirigentes que isto é uma realidade e é possível ensinar, mesmo os jogadores mais velhos, a bater faltas próximas a área com aproveitamento de 50%, batermos na bola a velocidades superior a 100 km/hora, leitura do ataque adversário com recuperação da posse de bola sem falta, tiros penais com 95% de acerto, defender tiros penais em nível de 50%, estas coisas são possíveis e eu já realizei no exterior, mas aqui a resistência é no mais alto nível de rejeição e as desculpas são tão ridículas como os próprios dirigentes e técnicos. Um chegou a me dizer que isto é coisa pra gringo, o mais interessante é que todas estas coisas foram feitas por nossos jogadores no passado, não estou reinventando a bola nem a roda, isto é questão de conhecimento em treinamentos, mecânica do chute, passe, cabeceio, tudo isto envolve conhecimento e muito estudo.
Nossos técnicos, em sua grande maioria ex-jogadores, desconhecem como montar um treinamento específico, o que sabem é a compulsão para a repetição e todos nós sabemos que fazer sempre a mesma coisa e esperar um resultado diferente é coisa de nossos treinadores, por pura ignorância, passou da hora de termos profissionais que saibam o que estão fazendo para podermos aprimorar a técnica de nossos jogadores, nunca teremos bons espetáculos com jogadores medíocres e treinadores completamente focados na parte táctica, já que na parte técnica sabem absolutamente nada. A Alemanha já começou os treinamentos para aprimorar a parte técnica e todos vimos o resultado (7 X 1).
Pode-se mudar a fórmula que seria o mesmo que trocar seis por meia dúzia, estou de acordo que estes dirigentes amadores, corruptos e aproveitadores devem sumir do mapa, é só olhar para a nossa classe política para saber que mudanças devem acontecer. A minha sugestão é que a Globo com seus profissionais, sejam responsáveis pelos campeonatos, talvez mude as coisas um pouco, ao menos haverá profissionalismo, coisa que hoje é piada.