Washington, aquele baiano que surgiu tarde no futebol, fez seu nome no Corinthians e entrou para a história do Fluminense, morreu há um/dois meses se tanto. Agora, Assis, com quem formou no Flu, tantas vezes campeão, como reza o hino do Lamartine, o chamado Casal 20, junta-se a ele.
Casal 20 porque naquele tempo fazia muito sucesso na TV um seriado policial assim intitulado, com Stéphanie Powers e Robert Wagner, um casal de milionários que se divertia desvendando crimes e mistérios, uma versão moderna do seriado hollywoodiano dos anos 30 Nick e Nora, criações do genial escritor Dashiel Hammet.
Assis, antes de tudo, era um cara legal. Sempre sorridente e afável. Alto – não muito -, magro feito palito, canhoto, dono de bom passe, cabeceio certeiro e goleador, que despontou na Francana, antes de ir para o São Paulo, onde teve o azar de ficar na reserva de Renato Pé Murcho, jogador de seleção e outros babados.
Diante disso, foi para o Flu onde fez história.
Descanse em paz. velho.
