
O novo técnico do Palmeiras, Marcelo Oliveira, terá muito trabalho pela frente para acertar a equipe. Neste sábado à noite, em Porto Alegre, perdeu para o Grêmio por 1 a 0 (gol de Maicon, ex-São Paulo). A derrota por si mesma pouco importou. Ruim foi constatar os erros de sempre na postura defensiva, os passes dados a esmo, o desencontro no setor ofensivo e os pouquíssimos arremates a gol. Oliveira perdeu-se, por sua vez, na escalação do meio-campo. Iniciou o jogo com Gabriel, Robinho e Arouca; terminou com Amaral, Zé Roberto e Cleiton Xavier. Quer dizer, na sabe se casa ou compra uma bicicleta! “O que é isso, companheiro?”, questionaria Fernando Gabeira.
Desde criancinha o futebol ensina e pune, como diria Muricy Ramalho. Se o meio-campo é o “cérebro” do time não pode ser trocado desse jeito, sem o mínimo de critério. O resultado gerou um domínio completo do jovem (exceção a Marcelo Oliveira, ex-Palmeiras) e rápido meio-campo gremista. Graças a Fernando Prass, os donos da casa ficaram apenas em um gol. Fez duas grandes defesas na etapa final. O Verdão, na bola parada (como nos tempos de Osvaldo Oliveira) ameaçou, mas lá estava o grandalhão goleiro Tiago para salvar a pátria gaúcha.
Antes de mais nada, Marcelo Oliveira precisa se entender com o grupo; definir um time e colocar alguém para encostar em Alecsandro, isolado e desastrado ao voltar para buscar a bola mais atrás. Essa não é a dele. É um bom homem de área, nunca um meia-armador. Novo treinador e os velhos problemas de sempre. Viva o Palmeiras de Paulo Nobre!
E assim caminha a mediocridade…
Caro Chico,
Não adianta trocar de tecnico, jogador e muito menos de camisa, enquanto não contratar um “exorcista” para fazer uma limpeza espiritual afastando os maus espíritos que acompanham esse carmático clube.
Temos que recomeçar como time pequeno, com muita humildade, para aos poucos atingirmos nossos objetivos, que é ser campeão brasileiro e libertadores…