
O modesto e esforçado Avaí do técnico Gílson Kleina veio ao Morumbi e arrancou um belíssimo empate, 1 a 1, tirando a liderança do Brasileirão do São Paulo. Resultado surpreendente? No papel sim. No entanto, no decorrer da partida se explica o quase desastre tricolor. Simples: o técnico colombiano armou a equipe com três zagueiros logo após o gol de Souza, optando por contra-ataques. Kleina, esperto, colocou o velho e bom André Lima de centroavante e “matou” o jogo. O Camisa 99 deixou tudo igual no placar, deixando claro ser na maioria das vez a defesa o melhor ataque.
E os são-paulinos devem dar graças a Deus. Afinal, o goleiro Renan, substituto de Rogério Ceni, fez três defesas seguidas na etapa final de grande reflexo e categoria. Certo também dizer o quanto errou a arbitragem contra o São Paulo. Pato fez um gol legítimo, anulado pelo bandeirinha alegando impedimento. Mesmo assim, faltou mais organização e cabeça fria para o São Paulo na hora da definição das jogadas e dos arremates a gol. Ficou claro, por outro lado, que a melhor posição para Hudson no time é primeiro volante, à frente de Tolói e Dória, bons na marcação porém péssimos para sair jogando com a bola nos pés.
E tenho dito!
[…] “Deixando claro ser na maioria das vez a defesa o melhor ataque” […]
Ou seja, o camisa 99 deixou claro ser, na maioria das vezes, a defesa contra o melhor ataque?
O dó rio,rs…