Ah, que delícia de jogo!

Foto: MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC

Ah, que delícia de jogo!

No primeiro tempo, os Tricolores de lá e de cá inebriaram os verdadeiros amantes do futebol com um jogo intenso, bola de pé em pé, marcações altas, passes exatos, velozes, ambos os times exalando o suor da busca incessante pelo gol.

E o gol veio aos 30 minutos, depois de uma defesa espetacular de Fábio, em chute de Luciano, e a bola na trave disparada por Cano, com Luciano em feroz chicotada no canto1 a 0.

Mas, no segundo tempo, o Flu desequilibrou o São Paulo, numa sinfonia de passes, enfiadas e toques mágicos regida pelo maestro Ganso, esse gênio incompreendido.

Contudo, o Flu não foi só Ganso. Vale lembrar o refinado futebol do volante Mário, que até virou zagueiro com a saída de Nino, tipo Beckenbauer ou Baresi dos bons tempos. Acrescente-se nessa curta lista ainda as figuras incansáveis e hábeis de Árias e do menino Matues Martins, que entrou nessa etapa final.

Isso, claro, sem falar de Cano, que levou a palma com seus três gols em seguida.

O primeiro, aos 0,45 segundos do segundo período, pegando rebote de difícil defesa de Felipe Alves. O segundo aos 10 e o terceiro, de cabeça, colhendo exato cruzamento de Ganso, aos 13.

Foi, assim, um verdadeiro massacre do Fludiniz, que poderia, em mais três oportunidades ampliar esse placar clássico de 3 a 1, sobretudo por conta do duelo de substituições no intervalo em que Diniz acertou na mosca ao colocar em campo o lateral-canhoto Alexander e o menino Mateus, enquanto Rogério desequilibrava seu time com as saídas de Patrick e Igor Gomes.

Dessa forma, enquanto o Flu, com o futebol mais vistoso do campeonato, vai assegurando uma vaga nobre na Libertadores, o São Paulo ainda pena para varar aquela fresta restante competida por tantos outros clubes.

 

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3 comentários

  1. Cai na real, meu caro Alberto Helena! O mestre está sempre procurando pelos em ovos quando se trata do São Paulo!. O teu tricolor, Alberto, é uma figura caricata comparado ao mais querido de décadas passadas, quando encantava com seu futebol bonito, cadenciado, envolvente, pegado, vencedor e outros adjetivos qualificativos mais. Hoje o time só se encontra no Morumbi, onde seus “pseudos” craques jogam quase tudo o que sabem, mais empurrados pela galera tricolor do que outra coisa. Mas quando sai prá jogar fora, é aquela “baba-de-quiabo” para os adversários e o time cai na real. Mas é o que sempre digo: é a mania que os torcedores e a imprensa de um modo geral tem em elogiar e “endeusar”o time em cada vitória, não importando se o adversário é fraco ou não, e ai os “craques” do tricolor ficam “se achando”. O resultado disso é que iludem o pobre torcedor ,que acaba mesmo acreditando que seu time é ótimo e isso torna as derrotas mais doloridas. Ah, eu não poderia terminar esse comentário sem antes fazer um trocadilho: “O Cano fez o São Paulo entrar pelo cano!” Abçs

  2. Helena boa noite, jogar contra o São Paulo é mamão com açúcar, o treinador São Paulino gosta de dar o meio de campo pro adversário, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, é por isso que nesse brasileiro a campanha deixa a desejar, é só olhar na tabela e ver quantos empates e derrotas tem o meu Tricolor

  3. Rogério Ceni nunca será um bom treinador.
    E suas entrevistas pós-jogo são uma aula de soberba, nunca reconhece seus erros.
    Essa de faltar força mental, fechou com “chave de ouro”.

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