A dança das cadeiras em noite de tantos gols

Corinthians retomou a vice-liderança do Brasileirão (Foto: Ricardo Moreira/Zimel Press)

A dança das cadeiras do Brasileirão segue na mesma toada, com o sobe e desce entre os postulantes ao trono ocupado firmemente pelo Palmeiras que joga nesta quinta sem riscos de ainda ser destronado.

Nesta noite de quarta iluminada por tantos gols, quem recuperou a vice-liderança foi o Corinthians, ao bater o Coxa, em Itaquera, por 3 a 1, rebaixando o então segundo colocado, o Fluminiz (ops, Fluminense do Diniz), que acabara de ocupar esse ilustre espaço ao bater o Goiás, de revirada, por 3 a 2.

Não que o Timão tenha exibido uma performance admirável. Nada disso, mas foi organizado do início ao fim do jogo, ganhando maior intensidade no segundo tempo, depois das  mexidas  feitas pelo técnico VP. Nessas alturas já vencia por 1 a 0, com gol de Roger Guedes. Porém, tomou o empate logo aos 9 do segundo período, numa troca de cabeceios entre Ramalho e Castán em bola cruzada na área alvinegra.

No entanto, bastaram duas defesas espetaculares de Cássio pra animar a tropa e Adson e Raúl definiram o placar.

Três a um não chega a ser goleada, mas, sim, o chamado placar clássico. Goleadas de fato foram as do Flamengo (4 a 0) sobre o Juventude e a do CAP diante de Atlético Goianiense – 4 a 1.

Assim como Inter e São Paulo por pouco não chegaram lá. Ficaram mais sob uma chuva de gols, em jogo emocionante em Porto Alegre

O Tricolor teve mais controle do jogo, embora tão desfalcado. Foi forçado, contudo, a correr atrás do placar, que começou com a cabeçada fatal de Pedro Henrique seguida do empate de Nikão, retomada de Pedro Henrique, de novo Nikão, Luciano deu a virada para Edinilson, de pênalti, fechar a torneira.

Era a chance do Inter trocar de cadeira lá em cima, enquanto para o São Paulo mais um sinal de que ainda pode subir mais nessa tabela.

Sim, porque a tabela revela claramente a curta distância que separa o líder dos demais perseguidores, fruto da similaridade técnica ente a maioria dos disputantes e das trocas constantes por lesão e estafa provocados por esse calendário insano em plena pandemia.

Eis por que urge a criação da Liga dirigida não por cartolas cegos pela  paixão e interesses políticos. mas, sim, por gestores profissionais, como se propõe. Só não sei onde acharão esses tais gestores profissionais em meio a tanto amadorismo.

 

2 comentários

  1. Helena bom dia, jogo aberto gostoso de assistir ontem, Rogério Ceni como sempre com suas inovações na escalação da equipe, ontem foi de Rafinha de zagueiro e Marcos Guilherme de lateral esquerdo, esse totalmente destro, nulo do pé esquerdo, ano passado, Sara e Marquinhos canhotos de lateral direito, esse ano, Igor Gomes de volante de contenção, como sempre colhendo resultados negativos, não é surpresa pra ninguém que a atuação dele como treinador no SPFC é pífia, na administração Leco foi dispensado após deixar o time na zona de rebaixamento, em decorrência disso, o SPFC foi eliminado da Libertadores, ano passado se safou do rebaixamento na penúltima rodada e nova eliminação da Libertadores, para um time que mais participou de Libertadores foi um desastre, desastre esse por perder milhões com a não participação, vejo a situação caminhar pra mais um ano perdido em títulos e dinheiro, esse indivíduo é uma decepção pra nós torcedores tricolores

  2. Diz o ditado que de grão em grão a galinha en che o papo. Mas também é verdade que a galinha que come de 3 em 3 grãos enche o papo mais depressa. Enquanto o tricolor mais querido vái subindo na tabela de ponto em ponto, seus rivais diretos estão ganhando seus jogos e fazendo 3 pontos e na real , o São Paulo vem é perdendo posições a cada rodada que passa. Se não se cuidar vai acabar disputando as últimas posições e quando o orgulhoso Ceni abrir os olhos, a vaca já foi pro brejo

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