A magia do City

Técnico Pep Guardiola celebra título inglês (Foto: AFP/Oli Scarff)

Confesso que há muitos e muitos anos não torcia por um time como o fiz neste início de tarde de olho no Manchester City, dirigido por esse gênio da beira do campo, o Pep Guardiola, que, em cinco anos de Manchester acaba de levantar o quarto título da principal Liga de futebol do mundo.

Tampouco fiquei angustiado quando já segundo tempo adiante, o Aston Vila vencia por 2 a 0, na última rodada de um campeonato em que o Liverpool de Klopp estava a um passo de roubar o título ao vencer o Wolfhampton por 3 a 1. Isso, porque na Inglaterra reina a máxima de Chacrinha: o jogo só termina quando acaba.

E, em cinco minutos, eis que o City virou pra 3 a 2, com dois gols de Gundogan e um de Rodri.

Embora evidenciando o nervosismo pela situação peculiar, o City dominava a bola e os espaços, mas sem aquela tradicional fluência quando se aproximava da área inimiga.

Isso só passou a ocorrer no segundo tempo, quando Guardiola consertou seu erro inicial, ao passar Cancelo para a lateral-direita e colocando o sílfide Zinchenko pela esquerda, que, com suas investidas repletas de dribles e velocidade, abriu a retranca do Aston Vila, permitindo a virada sensacional. Sem falar em Gundogan, que entrou como meia-armador e saiu como artilheiro da imensa conquista.

Foi um instante mágico, prova de que o futebol vai muito além desse jogo pálido e modorrento a que estamos acostumados por aqui.

 

Um comentário

  1. Helena boa tarde, como sempre o Ceni fazendo lambança, sacar Rodrigo Nestor pra colocar o uruguaio é atestado de incompetência

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