O sábado despertou com a sonora goleada por 5 a 1 do City sobre o Watford, em jornada mágica do nosso Jesus, o Gabriel, autor de quatro gols e uma assistência no golaço de Rodrigo de fora da área.
Assim, o time de Guardiola se mantém à frente do Liverpool de Klopp, na mais emocionante disputa de título da Europa, que nesta tarde (aqui) celebrou as conquistas antecipadas do PSG, na França, e do Bayern, na Alemanha, claro.
O PSG, com Messi, Neymar, Mbappé etc., não foi além de um empatezinho por 1 a 1 com o Lens, deixando no ar um cheiro de quero-mais. Mas, o Bayern, como sempre, diante de seu maior rival, o Dortmund, levantou a taça com folga e nobreza. E, sim, antes que o amigo ou amiga me pergunte se Lewa marcou gol, perdoe-me por evitar o óbvio.
Já em terras tupiniquins dois favoritos ao título português (ops, brasileiro) tomaram rumos contrários.
O Flamengo, do português Paulo Souza, com três zagueiros e outras babaquices, acabou perdendo por 1 a 0 para o Furacão, em Curitiba.

Já o Palmeiras, como havia show musical (?) programado para seu campo na Pompéia, transferiu seu show de bola para Barueri, onde amassou o Corinthians, rival histórico, por 3 a 0, embora um placar dobrado seria mais compatível com a superioridade tática e técnica dos verdes.
Foi o embate entre dois murrugas, pois o Brasil da bola, de repente, descobriu Portugal como celeiro de técnicos sábios e superiores.
Mas, se Abel Ferreira, desde que assumiu a direção técnica de seu time, tem levado o Palestra avante – isto é, depois de um longo período vitorioso pautado no medo, tocou a brava moçada à frente -, o seu patrício de Itaquera, Vítor Pereira, não sabe se fica ou se vai, como no vira luso.
Nesta tarde de sábado, escalou um Corinthians desprovido de um neurônio sequer no meio de campo, com três volantes, deixando no banco, mais uma vez, seus dois melhores meias-armadores – Renato Augusto e Giuliano.
Nem ganhou na criação, tampouco na destruição, pois o Verdão, controlando a bola e o espírito do jogo, já vencia por 2 a 0 antes dos vinte minutos de bola rolando: dois gols gêmeos, de cabeça, na cobrança de corner da direita por Veiga – um de Gómez e outro de Rony.
Era um time compacto, agudo nos contragolpes, ciente do que fazer em campo contra um bando desconexo, atarantado em campo. desprovido de imaginação, fibra e senso.
Dessa forma, o Palmeiras foi acumulando chances de aumentar o placar, como naquele tiro de Zé Rafael que chacoalhou a trave de Donelli, o substituto de Cássio, e demais situações de perigo desperdiçadas, até que Dudu, aos 26 minutos da etapa final, de canhota, tocou no cantinho direito do goleiro alvinegro.
Bem, se foi a primeira vitória verde neste Brasileirão, fazendo renascer a esperança verde, a da Fiel enegreceu.
Ah, sim, antes disso, o São Paulo foi a Bragança e de lá voltou com o empate por 1 a 1, o que não é nem bom, nem mau. Apenas, é.
Para o tricolino amigo, vale dizer que o São Paulo foi até melhor do que o RB e merecia vencer a partida, sobretudo depois das entradas de Wellington, na lateral-esquerda, e de Eder, no ataque. Aliás, não por mera coincidência, os responsáveis pelo gol de empate, aos 24 do segundo tempo, quando Wellington cruzou para Eder, de cabeça, mandar a bola às redes de Cleiton, que se limitou a ficar espiando o trajeto fatal da bichinha sem nem mesmo esboçar uma reação.
Mas, cá entre nós, não se deve ter esperanças além desse horizonte tricolor, cuja meta não vai além de disputa por uma vaga na Libertadores, a não ser que um SAF da vida safe o São Paulo do imenso buraco cavado pelas desastrosas gestões da última década.
O Corinthians radicalizou o apagão a que se propôs literalmente hoje em Barueri. . Esse rodízio a que o Vitor Pereira impôs ao time parece que não tem agradado a muitos jogadores, principalmente aos “mais velhos”, porque há uma má vontade em campo como a muito tempo não se via no timão. Sequencia de erros defensivos, inoperância no ataque, e substituições mal feitas pelo técnico português tem gerado pesadelos no torcedor alvinegro., e estou a cravar que, apesar da alta multa no contrato do luso para a rescisão, se o time continuar nessa “mesmice”, ele não emplaca nem o segundo turno do brasileirão.
piada esse time corintiano, e mais patético ainda é esse técnico português, que já deve estar arrependidíssimo de ter largado a boa terrinha para se aventurar no futebol brasileiro
Apagão no Timão,,,Hora de descalçar esta bota, Vitor Pereira, mudar a malta. Cássio, Fagner, Gil, Robert Renan e Fábio Santos (Bruno Mello), Cantillo, Maykon, Renato Augusto e Willian, Jô e Roger Guedes. Escalar os melhores. Vencer o Boca resgata o Corinthians de verdade, fé em Deus e pé na bola, Melhor que o futebol foi o desfile crítico da Gaviões,
ssio, Fagner, Gil, Robert Renan e Fábio Santos (Bruno Mello), Cantillo, Maykon, Renato Augusto e Willian, Jô e Roger Guedes. Escalar os melhores. Vencer o Boca resgata o Corinthians de verdade, fé em Deus e pé na bola, Melhor que o futebol foi o desfile crítico da Gaviões,
Dos jogadores do Corinthians que a seguir relaciono,quais seriam titulares no Flamengo,Atlético ou Palmeiras,:-
*João Pedro/João Victor/Raul Gustavo/Lucas Pitón/Xavier/Roni/Cantillo/Luan/Fábio Santos/Bruno Melo/
Junior Moraes/Jô/Adson/Paulinho(o de 2022 e não o de 2012).
Para facilitar a pesquisa,adiciono alguns nomes que já saíram ou estão circulando por aí como Leo Natel/
Sornoza/Mateus Matias/Marquinhos Gabriel/Giovani Augusto/Jonathan Cafu/Manoel…. e tantos outros.
O que me surpreende é que as críticas não são dirigidas para aquele ou aqueles que montaram este elenco.
Meu caro Helena Jr, o Roger Guedes foi intensamente vaiado em Barueri pela torcida alviverde. Motivo? Claro, não foi pelo fato de ter jogado no Palmeiras e agora estar jogando no Corinthians, não. Muitos outros jogadores que passaram pelo verdão e jogaram pelo alvinegro não foram vaiados( vejam o caso recente do Cristaldo, que foi super aplaudido no Allianz Park no jogo contra o Independiente Petrolero, o atleta até chorou de felicidade!), como é o caso do Edmundo, o Antônio Carlos, Wagner Love, Magrão, Rincón, Viola, Luizão, e prá quem não sabe, até o “craque” Neto , entre outros tantos. Acontece que o Roger Guedes cuspiu no prato que comeu, menosprezando o Palmeiras em sua volta para o Brasil, talvez pelo fato de ser sido expulso do time pelo Felipe Melo e outros mais. Mas a instituição Palmeiras não pode “pagar o pato” e ser menosprezada por um atleta que deve muito de seu sucesso a ela, então nada mais merecido essas vaias é uma mancha em sua carreira .