Rodada pra deixar o cara vesgo

Flamengo e Palmeiras não saíram do zero no Maracanã (Foto: Divulgação/Cesar Greco)

Vígi! Tô vesgo de dividir meu olhar entre a tv e o laptop que vagaram a tarde toda pela Europa.

Enquanto o City penava pra ultrapassar aquela muralha de dez jogadores, mais o goleiro do Brighton, até atingir – ufa! – novamente o topo do campeonato inglês, graças, sobretudo, à estupenda atuação do belga De Bruyne (na minha cotação, ele divide com Mbappé e Benzema o trio que disputa o título de melhor do mundo desta temporada), o Arsenal, em jogo delirante, batia o Chelsea por 4 a 2, na disputa por uma vaga na Liga dos Campeões.

Por falar em Benzema, não é que o artilheiro implacável perdeu dois pênaltis em jogo aflitivo, marcado pela brevíssima e tão útil entrada de Vinícius Jr. seis minutos antes do apito final? Sim, o Malvadeza entrou e na primeira arrancada quase marcou; na segunda, rolou para  Vasquez estabelecer os 3 a 0 finais.

Placar igual ao obtido pelo PSG, sem Messi e Neymar e mais uma legião de titulares, sobre o Angers, vitória que poderia ter-lhe dado o título francês. Poderia… Caso o Marselha não ganhasse o seu jogo, no último minuto. Fica pra próxima.

Assim como ficará pra próxima vez um dos dois entre os três favoritos ao título brasileiro provar que é melhor do que o outro.

Sim, porque Flamengo e Palmeiras, em pleno Maracanã, não conseguiram a proeza de meter uma bolinha sequer nas redes inimigas. Isso, porque o jogo foi muito equilibrado, principalmente no primeiro tempo, quando ambos alternavam ataques perigosos mas infrutíferos. Foi aí que o Mengo teve as duas maiores chances de marcar, com Arrascaeta. Na primeira, o uruguaio tocou pra fora no pé do poste esquerdo de Weverton passe justo de Gabigol. Na segunda, meteu no poste um disparo longo.

No segundo tempo, o Verdão preferiu voltar à antiga prática de fechar a casinha, e assim o tempo passou, entre faltinhas sucessivas sempre que alguma jogada era iniciada por este ou aquele time. E, depois, reclamam que nosso futebol não tem a tal intensidade que se vê na Europa. Pudera!

 

 

 

2 comentários

  1. Helena, empatar com o Flamengo em pleno Maracanã, com o estádio completamente lotado por flamenguistas, é uma tarefa muito difícil, o seu querido São Paulo que o diga ! Foi um jogão, cheio de emoção, e o Palmeiras jogou muito bem e poderia até ter saído com uma vitória , assim como o Flamengo também podia. Na Europa os times não jogam até 7 vezes por mês e não viajam tanto, como acontece no Brasil, por isso eles podem jogar com mais intensidade, pois o desgaste é menor. E quanto “a proeza de meter uma bolinha sequer nas redes inimigas”, há que se louvar a grande atuação dos goleiros , principalmente o Weverton, que pegou muito

  2. Sem comentários do comentário do senhorinha aí, perfeito a observação do amigo, Europa X Brasil não tem como comparar as distâncias e quantidade de jogos.

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