
Mais uma vez, o São Paulo entrou em campo muito alterado, contra o Inter de Limeira.
E, durante a primeira meia hora de bola rolando, foi impecável: com passes rápidos, envolventes, acuou o adversário no campo oposto, esbarrando, porém, no último instante, na forte e redobrada marcação da Inter ou no chute errado de seus avantes.
A única brecha era cavada pela participação esperta e insinuante do menino Marquinhos, pela direta. A exemplo dos seus mais recentes antecessores – Neres e Anthony -, canhoto, driblador e incisivo, pela direita, apenas repetia, com mais tempo disponível em campo, o que já demonstrara nas vezes anteriores, quando entrava em jogo por uns poucos minutos.
Eis, porém, que Ceni resolveu substituí-lo no início do segundo tempo e o São Paulo, apesar de manter o cerco à área inimiga, limitou-se a cruzar bolas inócuas à procura de Calleri e cia.
Resultado: 0 a 0.
Antes, o Santos por pouco não passa por um vexame em Mirassol, que abriu 3 a 0 logo no primeiro tempo, com gols de Zeca, Fabrício e Rafael Silva, assim, ó, um atrás do outro.
E, tudo isso, graças ao técnico Carille, que armou um meio de campo ineficaz, permitindo ao adversário dele tomar conta e varar a defesa peixeira com facilidade.
Mas, no intervalo, Carille desfez o malfeito, rocando os três meio-campístas por um trio mais lúcido e eficiente, o que lhe permitiu logo reduzir o placar para 3 a 2, com gols de Madson e Marcos Guilherme.
Contudo, não o bastante pra chegar ao menos ao empate, o que deixa o Santos em posição delicada na tabela.
Helena bom dia, como pode um treinador aprimorar um conjunto se em todas as partidas entra com um time completamente diferente, em todas elas durante a partida fazendo cinco mudanças, não há conjunto que possa ser coeso, aprimorado, entendimento, razão pela qual acontece a dificuldade de penetrar na área adversária, diante disso apela para cruzamentos em profusão, resultado, derrotas, empates e quando ganha é no sacrifício nos último minutos da partida