
A noite paulista do Brasileirão começou com o Timão levando de 3 a 0 do líder absoluto Galo, no Mineirão. Placar que se justifica pela diferença de qualidade e desempenho dos dois times ao longo do campeonato. Mas, também, pela insistência do técnico Silvinho em trocar seu principal articulador de jogadas por um centroavante desabilitado para essa função., Falo, claro, de Renato Augusto.
E isso tirou o poder de fogo que o Timão poderia ter em caso inverso, se lá na frente tivesse um atacante de fato e aqui no meio de campo Renato Augusto ao lado de Giuliano.
O Galo, porém, nem se deu conta dessas peculiaridades e partiu para a vitória com um disparo longo de Diego Alves, aos 14 minutos de jogo, que contou com mais um escorregão de Cássio.
E, logo aos 6 minutos do segundo tempo, ampliou com um golaço de Keno, aproveitando saída errada da defesa com Renato Augusto.
Por fim, Hulk, claro, resolveu a questão no finzinho da partida.
Mais ou menos nesse tempo, o Peixe escapava do anzol da zona da morte ao bater o RB por 2 a 0, o que não é fácil, convenhamos.

Fácil foi a goleada impingida pelo Palmeiras sobre o Atlético GO, em casa, por 4 a 0.
Pudera! Lá estava a dupla Veiga e Scarpa desde o começo da partida. Scarpa, então, serviu Veiga, que abriu a contagem. O mesmo Scarpa, líder de assistências do campeonato, a seguir, botou Rony em condições de ampliar.
E, na cobrança de pênalti, cedido a ele gentilmente por Veiga, o cobrador ofici.al verde, Scarpa ampliou no segundo tempo para 3 a 0.
Ambos acabaram sendo substituídos, então, e Breno, que acabara de entrar, concluiu o placar.
Assim, o Verdão vai somando bola e confiança para a decisão da Libertadores contra um Flamengo que segue de tropeço em tropeço no Brasileirão.

Por falar em tropeço, o Tricolor tropeçou mais uma vez. Nesta noite de quarte, diante do Fortaleza, em Recife.
Qual a surpresa? Afinal, Ceni, incorporando Crespo, mais uma vez insistiu com a formação de três zagueiros, aquela que tem mantido o time nas proximidades da zona da degola desde o início do torneio.
E, pasmem!, depois de um primeiro tempo medíocre, no segundo, em vez de mudar o braço da viola, Ceni simplesmente trocou o lateral-direito Igor Vinicius pelo atacante Marquinhos. Mexida similar à do jogo com o Bahia, perdido por 1 a 0 outro dia, quando trocou Orejuela pelo meia Shaylon.
Foi a brecha para Depietri arrancar por ali e cruzar pra Robson concluir: 1 a 0.
A sorte do São Paulo foi o Fortaleza, dirigido por Vojkoda, um dos gringos mais incensados pela mídia do “hoje em dia”, ter caído numa arcana retranca, o que acabou permitindo ao Tricolor, depois de várias mudanças, chegar ao empate, aos 47 minutos, com Benitez cobrando falta magistral.
E assim caminha a humanidade, andando em círculos.
Helena bom dia, que futebol pobre praticado pelo meu tricolor comandado pelo aprendiz de treinador, não poderia esperar outra coisa, escala mal, substitui pior ainda, pela segunda vez trocar lateral direito destro por atacante canhoto é o fim , o Rogério Ceni vai fazer a proeza de colocar o SPFC pela segunda vez no Z4, a primeira foi na Era Leco quando foi dispensado do cargo
..Ainda estamos na era Leco. Apesar do Casares ser uma pessoa decente.