
Chiii… O mar não tá pra peixe mesmo, meu. E quem periga naufragar nessa onda de maus resultados do Santos é seu treinador Fernando Diniz, infelizmente. Digo infelizmente porque estimo esse moço e adoto seu modo de pensar o futebol.
Contudo, desde quando se projetou com o Audax, tem sido perseguido por maus hálitos de boa parte da mídia e dos torcedores dos times que dirigiu desde então. Motivo: os maus resultados.
Mas, curioso: seja no Flu, seja no São Paulo e até mesmo agora, no Santos, seus times começam jogando bem os torneios que disputam para, em seguida, caírem de rendimento. Dizem que é por conta do estilo de jogo mais fagueiro, ofensivo, num futebol engessado, de cara amarrada, desconfiada, quando não raiando o pânico de tanto medo de jogar bola.
Mas, tenho cá comigo, que o curso do drama Diniz corre paralelo às questões táticas. Ou seja, a outra face do trabalho de um treinador de futebol, pra não dizer do chefe, em qualquer atividade humana – a maneira de se comunicar com o grupo, passando-lhe orientações técnicas e táticas, ao mesmo tempo em que inspira denodo e tranquilidade.
Vejo-o a cada jogo, pilhado, à beira da histeria, gritando sem parar com seus jogadores. E o mais intrigante é que se trata de um cara afável, no convívio social, e, ainda por cima, psicólogo com diploma na parede. Mistério.
Quanto à derrota do Santos para o Cuiabá, por 2 a 1, nesta noite de sábado, pouco a dizer, pois trata-se de uma repetição das últimas exibições santistas: começou indeciso, ao levar logo aos 4 minutos o gol de Jonathan Cafu, pra voltar do intervalo com alma renovada, sobretudo a partir das entradas dos garotos Morais e Lucas Braga.
O Peixe, então, tomou conta da partida e chegou ao empate com Pirani, que já havia metido uma bola no poste adversário pouco antes.
Mas, quando parecia que a virada seria inevitável, o Peixe refluiu (cansaço?) e, depois de duas estocadas perigosas, Elton, espremido entre Morais, o poste e o goleiro João Paulo, conseguiu, de cabeça, desempatar a partida.
Que fazer, né? Tem dia que é só noite, e a noite deste sábado era do Cuiabá.
Me preocupa a forma das cobranças e reclamações constantes, insistentes, esbravejantes, escandalosas, desrespeitosas, etc. que nosso treinador destila na beira do gramado. Tudo isso, não somente com nossos jogadores mas também com as equipes de arbitragem. Tanto que é advertido constantemente. Para os jovens jogadores, o desrespeito gera insegurança e outras consequências na esfera emocional e psicológica. No time a desmotivação, a ansiedade, a indignação e o silêncio ante a impossibilidade de se insurgir contra essas condutas opressoras. Nos telespectadores fica o mal estar e os maus exemplos de condutas antiéticas e imorais. Na imagem do Santos F. C. e dos patrocinadores os desgastes desnecessários. No desempenho e rendimentos do time se vê que pouco ou quase nada de positivo se colheu até agora. Pelo contrário, é só conferir os resultados colhidos em grande parcela das partidas. Tantas contusões e demonstração de irritação e insatisfação são sintomas das tensões que acabam predominando no ambiente do clube. A direção, só ela, sem espaço para a omissão pode interferir nessas condutas reprováveis por aqueles que esperam bem mais do clube, do que somente um bom futebol jogado e conquistas desportivas
Pra mim sao quatro problemas 1- falta zaga….os que estao falham todo jogo 2 – nao temos jogadores no meio com qualidade….ou seja esta faltando 3 – o estilo de jogo esta um pouco ultrapassado….lento e sem uma preparaçao adequada e 4 – o Santos precisa ja ha algum tempo de uma grande mudança no clube….em toda sua estrutura….principalmente diretores ex jogadores….etc…ou seja nao so temos um time de serie A ruim como tambem na base…hoje fomos goleados tambem na base pelo Internacional
O problema é que jogador brasileiro não gosta de jogo intenso. Ou melhor, não sabe jogar intensamente da maneira correta. Olha qualquer partida envolvendo os grandes times e seleções da Europa. Observe que A BOLA corre, os jogadores, necessariamente, não. Aqui é o contrário. Quando se fala de jogo intenso já pensam em correria. O jogador baixa a cabeça e parte correndo o mais rápido que pode e que sua habilidade permite dominar a bola. O Diniz tenta implementar essa mesma filosofia aqui. De fazer a bola rodar. Mas esbarra na tradição de segurar e conduzir a bola que nossos jogadores têm. Ele conseguiu fazer um bom trabalho em um time pequeno porque para jogadores sem nome, tudo é válido, mas para medalhões dos times grandes a coisa complica.
fora diniz tu só serve para jogar futsal amador
Acho que o Rodrigo Silva bateu meio certo no martelo. A comparação entre o corre-corre de nossos jogadores (infelizmente até mesmo na seleção observo um pouco de correria desnecessária) e a técnica moderna européia é monstruosa. Isto não significa que fazer apenas a bola correr seja o melhor (às vezes a bola se perde sozinha), mas é o que se joga no momento. Assim jogam os espanhóis (inclusive com nossos mercenários brasileiros lá), Portugal está praticando bem este estilo leve (e está à frente em seu grupo da qualificação para o Mundial), a Dinamarca sempre gostou de tocar a bola mais que os jogadores, e agora está jogando bem leve, com toques profundos, e está se dando bem. Times europeus corredores (escoceses, irlandeses, austríacos) não estão mostrando muito e inclusive a Áustria tomou ontem uma lavagem de 5 a 2 de Israel (embora aí não tenha sido exatamente o estilo de jogo austríaco o responsável, porém uma defesa que parecia um queijo suíço). Em geral, entretanto, observo que com a elevação da temperatura em razão das mudanças climáticas, os verões europeus estão se alongando e se aproximando mais dos verões de regiões tropicais. Por isso a tendência em fazer a bola correr mais que o jogador é uma reação reflexiva para economizar energias. Nos anos 80 a 90 os europeus primaram pela preparação física. Foi a era de ouro dos alemães, depois a técnica foi se desenvolvendo para outros estilos. Agora os alemães ainda estão esbanjando preparo físico, mas a correria não os está ajudando muito, enquanto times que jogam leve e botam a redonda para correr mais (Bélgica, Croácia, Dinamarca) estão colhendo mais frutos. É o que penso, assim meio especulando.
Pardiniz é 1 FDP ( filho do passado). Só confia em quem fez troca-troca , de confidências há trocentos anos, juntos. Isso se reflete nos pedidos por ganso ( que não bica nem voa mais), yoni gonzalez ( que não faz gol há mais de Dois anos) camacho ( que conheceu no Guaratinguetá e veio co. 64 % de AUMENTO) , m.
Guilherme idem e agora tardelli ( jogador bichado).estranho que descartou Rafael longuine que foi artilheiro do paulista pelo Audax. Pardiniz é 1 psicólogo que está treinador. Se acha o mais gabaritado dos prófis, capaz de ressucitar ex- cobras em coma futebolística com seus berros e caras &bocas tal mr.beandiniz. seu ego enorme é o inverso da sua real capacidade. Só sabe 1 esquema de jogo, de marcação alta modorrento abdicando de contrataque. No desespero manda cruzar para 1 ataque de nanicos, sempre com poucos atacantes porque exige que 3 estejam colados na linha lateral dos dois lados do ataque. Mata os jog6de cansaço ao obrigar marcação alta na grande área adversária e saída com 3 /5 da sua área. A insistência com os 2 felipes ai derrubar o @santosfc pra série B. Ele acha que tem o Toque de Midas( todos jogadores inexpressivos viram ouro ) na realidade, ele tem o Toque de Merdas, ( todos que ele “ensina ” viram merdas)
Pode ver: começam bem, como promessas e se tornam mais um fracasso. E a incapacidade de ensinar? Bruno Marques não tem impulsão, pula, cabeceia e não sabe nem o meneio da cabeça para melhor direção e força, resultando em bolas acima do travessão. É uma constante no time, até na inutilidade nos chutes, sabem driblar mas não conclusão. Todos chutes isolando que fariam sucesso como kicker no EUA. Já inventou Lucas venuto de lateral, Alison de beque, m.guilherme de centro avante, que falta mais? Insistir com sanchez que fez Andrés ( esse nome não vinga como presidente de time de futebol) Rueda dar + 3 anos a 490 mil para bater falta, escanteio e penal, e só caminhando dentro de campo e não sair nunca? O gringo, ainda, jogou a Faixa Z ao chão, que simboliza o Grande José Eli de Miranda, o Zito, que tinha a garra que esse gringo chupa suor dos outros não tem
Desmistificando a tal da garra dos uruguaios. Até quando, diniz, abusarás de nossa paciência? Falta 1 romano pra catilinar…