O sábado foi de briga de grandões, lá em cima e cá embaixo.
Por ordem de entrada em cena, o clássico mais significativo, posto que se disputava a liderança do Brasileirão, até pouco tempo de posse do Palmeiras, superado outro dia pelo Galo.
Pois, o Galo, dominando o jogo de cabo a rabo, saiu de campo ainda mais líder, abrindo cinco pontos de vantagem sobre o Verdão, que ainda corre o risco de perder a vice-liderança para o Fortaleza neste domingo.
Sim, houve aquela expulsão de Patrick, aos 36 minutos de bola rolando, dez minutos antes de Savarino abrir a contagem, aproveitando cruzamento exato de Arana. Mas, o fato é que o Galo estava melhor, mais organizado e agudo do que o Palmeiras, antes desse episódio.
Depois, então, no segundo tempo, nem se fale! Foi um massacre técnico e tático dos mineiros, período em que3 o Palmeiras, no máximo, deu um chute a gol, contra uma saraivada do adversário, que só marcou mais um, em jogada gêmea de Arana-Savarino.
Foi acabar um clássico nacional pra começar o outro, no extremo oposto da tabela, entre São Paulo e Grêmio.
Esse foi mais duro de assistir, posto que o Grêmio vive o pior momento de sua história recente, e o São Paulo, de olho no jogo decisivo com o Palmeiras, na terça, entrou em campo com o time reserva, se é que dá pra estabelecer quem é titular e quem é reserva tantas são as mudanças constantes nas escalações de Crespo.
De certo mesmo só a presença dos tais três zagueiros-zagueiros-zagueiros, que passam o jogo todo trocando passes lá atrás, quando não recuam para o goleiro ou disparam uma bola longa pra frente, onde a bichinha logo está de volta na rebatida do adversário.
Eis por que o Tricolor só chegou ao seu gol numa cobrança de falta de autoria de Vítor Bueno – uma paulada que varou barreira e goleiro sem piedade.
Assim como o Grêmio só chegou ao empate da mesma forma: Vanderson, aos 20 minutos.
A lenga-lenga seguiu etapa final afora, embora as entradas de Sara e Rigoni tenham plantado uma semente de esperança tricolor. Esperança que se concretizou já nos descontos quando, na sequência de um tiro de Reinaldo no poste, Rigoni escapou pela esquerda e cruzou pra Igor Gomes assegurar a vitória tricolor.
E assim se encerrou o sábado de clássicos no Brasileirão. Ainda bem que os sonhos me esperam em substituição a essa dura realidade.
Helena bom dia, mais uma vez não gostei da formação do time ontem, a começar pelos três zagueiros, dos três, dois são uma piada no jogo da bola, Diego Costa e Bruno Alves, como bem disse você, bola pra lá, bola pra cá, bola no recuo, quando tocam pra frente, vem ela de volta, pela terceira vez, Volpi toma gol de falta da intermediária
Ultimamente os grandes protagonistas do futebol brasileiro tem sido as arbitragens e o VAR. Eles estão decidindo quem eles querem que ganhem. Essa expulsão do Patrick de Paula foi uma vergonha, mas assim como o Palmeiras foi prejudicado nessa partida, ele também foi favorecido pelo VAR no recente Choque-Rei contra o São Paulo no Morumbi, onde claramente o VAR não quis que o tricolor ganhasse aquele jogo. E o pior é que os clubes não tem a quem recorrer em casos de erros graves assim , já que o futebol brasileiro é comandado por uma verdadeira “máfia” que se auto protege e faz o que for de interesse para eles.