
E não é que o Dragão, depois de se refestelar outro dia com São Jorge, nesta noite de sábado jantou o São Paulo com duas garfadas, pouco antes de o Peixe dar três mordidas fatais no Vozão, atirando as sobras no fundo do Alçapão da Vila.
Comecemos pelo princípio; ou, principiemos pelo começo, como queiram, no crepúsculo de Goiânia, onde o Atlético recebeu o Tricolor com todas as cautelas devidas.
Cautelas com toques de ambição, diria, pois ainda no primeiro tempo, Eder – não confundir com o goleador do São Paulo -, de cabeça, abre a contagem para os goianos, em bola alçada à área tricolor, onde nenhum dos três beques crespianos estava devidamente posicionado para evitar o pior. Isso, aos 23 minutos de bola rolando.
E a bola continuou rolando nos pés tricolores, mas sem rumo nem senso, sempre aquela inócua troca de passes laterais e cruzamentos para a área inimiga de fácil devolução pela zaga.
E assim foi segundo tempo adiante até que, aos 33 minutos, Volpi e Galeano, que entrara no lugar de Igor Vinícius, se confundem na saída de bola, o que permitiu João Paulo ajeitá-la e enviá-la às redes: 2 a 0.
Novo insucesso tricolor depois da conquista do Paulistinha, sem que o técnico (ausente por precaução, mas comandando, por certo, à distância) mais uma vez nem se dignou a pelo menos experimentar uma mexida nesse esquema de três zagueiros. reforçando a criação ou o ataque.
Já Diniz, na Vila, com os parcos recursos de que dispõe, mais ainda sem o menino Lucas Braga que vem crescendo nos últimos dias, botou o Santos pra frente, como manda o figurino. E, logo, ganhou de presente um pênalti que Marinho, creia!, desperdiçou, chutando pra fora.
Não demorou muito, porém, em bela trama da defesa ao ataque, Jean Mota dispara uma bomba no ângulo, colocando o seu time em vantagem no placar.
Contudo, quando o primeiro tempo estava se escoando, Alison cortou com o braço aberto bola levantada na área caiçara. Pênalti, que Vina, o craque do Ceará, não desperdiçou: 1 a 1.
Isso, porém, até os 16 minutos da etapa final, quando Marinho, em falha do beque Messias, volta a colocar o Peixe na frente do marcador. Dez minutos depois, foi a vez de Kaio Jorge. Na cobrança de corner da esquerda, o garoto ficou ali na meia-lua fingindo que amarrava a chuteira para, quando a bola foi alçada à área, disparar no vazio e meter o gol de cabeça que selou o placar de 3 a 1.
Mais do que uma boa vitória foi a apreciável exibição coletiva do Santos, dado fundamental para uma campanha animadora, embora haja muita água a rolar por aí. Mas, água é o elemento natural do Peixe, não é mesmo?
Isso mesmo mestre….muita agua e muita bola pra rolar…. nesse promissor campeonato desse ano….que seja de muitos gols….e que alias….falar de gols fala de Santos….sem duvida….viva o esporte
Helena bom dia, Bruno Alves, Igor Vinicius, Shaylon, Galeano não acrescentam nada ao conjunto, jogadores de qualidade técnica discutível, somente comprometem a estabilidade do time, essas mudanças constantes só faz piorar, o segundo gol foi uma piada sem graça do Galeano e do Volpi, não salvou ninguém ontem
A insegurança do Bruno Alves na defesa é de deixar qualquer um de cabelo em pé, ontem, o lado direito da defesa era uma avenida com trânsito fácil pro adversário, os dois gols saíram de lá, primeiro, numa falta infantil e sem necessidade do Bruno Alves, o segundo, uma “trapalhada” entre Volpi e Galeano, valha-me Deus, o que foi aquilo
Essas trocas de passes entre entre eles na defesa, os torcedores ficam com o coração acelerado, batidas a 150 por minutos, Volpi é um trapalhão nesse tipo de jogo, tem dificuldades com a bola nos pés, gosta de viver perigosamente correndo riscos de levar gols
É bom ler os comentarios do Alberto Helena, sempre com uma escrita alegre e principalmente imparcial. Diferente daquele outro que é chato e sua metodologia e dar cacete nos outros, e mesmo que o time que ele é torcedor fanático esteja numa inhaca desgraçada e falido, não da valor a mais ninguém.
Isso até parece uma passagem bíblica: ” O Messias ajuda Santos a se reerguer das trevas” Aleluia !!! kkkkk