Boa, Peixe! Hummm, Tricolor…

Foto: Twitter Santos

A sessão da tarde (ops, do crepúsculo) do Brasileirão neste sábado ficou por conta de Coritiba e Santos. Deu Peixe, por 2 a 1, com justiça, pois os caiçaras foram melhores durante quase todo o primeiro tempo, quando chegaram aos seus gols.

O primeiro, com Kaio Jorge aproveitando cruzamento de Jonathan, em jogada construída por Soteldo, que, pelo jeito, já está de saída da Vila em direção às arábias, por uma mixaria se comparado o preço aos dos vigentes no mercado europeu, por exemplo: 7 milhões de dólares.

Mas, o Santos vive tempos tão miseráveis em termos financeiros que o que vier ele traça.

Bem, o segundo gol surgiu aos 26 minutos, em pênalti que Soteldo cobrou com fina cavadinha.

O Coxa só reduziu no segundo tempo, com Giovanni, em bela jogada e foi só.

Isso tudo no dia em que o Peixe anunciava a rescisão do acordo com Robinho, em comum acordo.

Não sou juiz dos homens. Cada um faz o que sua consciência baliza e responde por seus atos diante das leis dos homens, que é a que vale aqui na terra.

Mas, se vale o conselho de um velho, melhor teria sido Robinho fechar o zíper e calar-se a respeito de seu ato abominável, tão bem expresso nos telefonemas com seu parceiro gravados pela justiça italiana. Pois, suas declarações a respeito do assunto são tão reprováveis quanto o ato do qual foi condenado em primeira instância.

Foto: Mauro Horita/GPress

Já noite adentro, o São Paulo recebeu o Grêmio no Morumbi e não saiu de um empate por 0 a 0, mesmo porque os dois times criaram tão ralas chances de gol que o placar reflete o que foi a partida.

É bem verdade que o Tricolor, com Daniel Alves finalmente na lateral-direita, que é a sua, teve o domínio da bola e dos espaços durante os primeiros trinta minutos de partida. Com Tchê-Tchê mais solto à frente e Sara armando o jogo pela meia, o Tricolor, em passes rápidos e certeiros, envolveu o adversário e rondou a área inimiga com frequência. Faltava o lance final.

Mas, aos poucos, refluiu, Maicon tomou conta do meio de campo e, no segundo tempo, só deu Grêmio, sobretudo a partir do momento em que Diniz aceitou trocar de lado Daniel Alves e Tchê-Tchê. Então, o Tricolor, definitivamente, perdeu qualquer coordenação na saída de bola, com Daniel Alves errando passes arriscados no setor, e o jogo escorreu insosso até o final.

De qualquer jeito, o Peixe subiu na tabela, enquanto o Tricolor se mantém numa posição digna lá em cima. Menos mal.

Um comentário

  1. Fernando Diniz está demorando muito para se consolidar como técnico de time grande. Deveria reconsiderar a carreira, ser auxiliar técnico. Muito limitado.

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