
O sábado do Brasileirão foi marcado por dois clássicos estaduais – Palmeiras versus São Paulo e Vasco-Fla.
Por ordem de entrada em cena, o Fla venceu o Vasco por 2 a 1, de virada, ao som do antológico choro de Pixinguinha e Benedito Lacerda – Sofres Porque Queres. Sim, porque o Mengão sofreu pra jogar bem e vencer o velho rival só porque seu treinador, de início, cometeu um crime lesa futebol ao escalar o meia-armador Gérson na ponta-direita, tirando do seu time a imensa capacidade de criação e fluidez nas jogadas de ataque que o menino ofereceu ao longo de toda a temporada espetacular passada.
A impressão é a de que Dom, ao descer no Galeão, andou tomando água da bica dos treinadores brasileiros e logo incorporou a o dom atual da raça. Passou a escalar dois volantes (Arão e Tiago Maia, ambos excelentes nessa função, diga-se) e exilou o meia Gérson na ponta-direita, como costumam fazer nossos técnicos pátrios.
Resultado: o Mengo, apesar da infinita superioridade técnica de seu elenco sobre o do Vasco, penou pra virar o placar, feito obtido no segundo tempo, depois que Gérson passou a jogar pelo meio, com a entrada de Michael pela ponta, no lugar do meia Diego.
E dizer que o rapaz foi auxiliar do Guardiola…
Mais ou menos foi o que ocorreu com Palmeiras e São Paulo, no Parque.
Ambos preferiram afunilar o jogo pelo meio, como é de praxe, e o jogo escorreu ao longo do primeiro tempo sem nada de notável, embora o Tricolor tenha sido mais ativo do que o Verdão.
No segundo, logo aos 8 minutos, Igor Gomes foi atropelado pelo garoto Esteves na área. Pênalti, que Reinaldo converteu.
Com a vantagem, o Tricolor cuidou um pouco mais da defesa, sem abdicar, porém, de contra-atacar, com puxadas de Tchê-Tchê, que, aliás, fez um partidaço pra calar a boca dos seus detratores de plantão. Jogando mais avançado, com o apoio do garoto Luan, seu único empecilho eram as ações desastradas de Daniel Alves pelo meio, que, tentando acelerar o jogo, mais errava do que acertava os passes e combates ao adversário.
Pelo sim, pelo não, já nos descontos, Igor Vinícius, outro que jogou muito bem a partida inteira, deslocado pela esquerda, cruzou na medida para Vítor Bueno, recém entrado na equipe, finalizar sem goleiro.
Com esse placar de 2 a 0 e, sobretudo, o desempenho das duas equipes, Diniz passa a respirar ainda mais aliviado, enquanto a pressão sobre Luxa aumenta ao som das cornetas do Parque que nunca param de soar.
Diretoria segurou o técnico mas escalou Bruno Alves e Luan, corrigindo os enormes buracos na defesa do São Paulo.
Decisão que enfim se mostrou acertada, pelo menos até aqui.
Espero que tenha ajudado o Diniz a rever alguns conceitos.
Nenhum primor, mas enquanto o São Paulo fizer partidas mais consistentes dá pra guardar a corneta.
E tchê tchê de primeiro volante não funcionava, mestre, não dá nem pra comparar. Hoje tinha certeza que iria bem.
É isso…o técnico não é tão incompetente quanto aparenta….é necessário tempo para implantação de um padrão de jogo competente vê quiçá vencedor…. tricolino tri campeão Mundial…. Grande abraço
É assim de vitoria em vitoria o Mengão coloca medo em seus fraquissimos adversários!!Mengão rumo ao Octacampeonato!
Helena bom dia, se o tricolor tivesse 2 pontas habilidosos e velozes, nenhum adversário conseguiria segurar seu potencial, passaria a ser um rolo compressor em cima dos seus adversários, é uma pena isso não acontecer , a entrada desse menino Luan deu o ponto de equilíbrio ao time, espero que o treinador consiga manter essa formação daqui pra frente
E o Palmeiras continua a sua sina em levantar a moral de times que estão a beira do abismo. O Luxemburgo , no comando do time, está mais perdido que cego em tiroteio, já que o Palmeiras está parecendo time de japonês, pois sai um e entra outro e é tudo igual, o time continua na mesmice de sempre, lento, sem criatividade, sem aquela gana de vencedor, com jogadores que nem de longe justificam a fama que tinham quando foram contratados. O verdão está descendo a ladeira e, se continuar assim, talvez não se classifique nem para a Sul-americana do ano que vem. Quero deixar aqui meus parabéns ao Cuca, técnico que está tirando leite de pedra no Santos, que estava semimorto quando ele assumiu e agora está fazendo uma campanha digna do tamanho do clube da baixada santista.