O Derby, que hoje enfrenta a temporada pandêmica do futebol paulista, remonta à segunda metade da primeira década do século passado. O Corinthians de Neco e o então Palestra Itália de Heitor viram a rivalidade se estabelecer, crescer e chegar aos motes de dois dos maiores cronistas da cidade à época: Mário de Andrade e Antônio Alcântara Machado, deliciosos textos.
Dizem que o Palestra nasceu do ventre do Corinthians, a partir da ascendência dos imigrantes espanhóis no clube do Parque São Jorge. Os espanhóis que se apoderaram das vizinhanças, estabelecendo um circuito de ferros-velhos ali pelo Tatuapé e cercanias.
Os italianos, então, partiram pra criação de um clube exclusivo (até o primeiro estatuto do Palestra era escrito em italiano).
A rivalidade cresceu ao longo das décadas, acentuando-se ou diminuindo de acordo com o poderio técnico desta ou daquela equipe.
Mas, enquanto o Palestra, rebatizado de Palmeiras no tempo da guerra contra o Eixo, apegava-se mais às suas tradições, o Timão expandiu sua torcida, agregando, sobretudo, as levas de migrantes nordestinos, que, em busca de trabalho braçal numa São Paulo transformada em gigantesco canteiro de obras a partir dos anos 50, desembarcavam na Estação do Norte (Roosevelt). no Largo da Concórdia. no Brás, e iam fincando raízes na Zona Leste.
Neste exato momento, a diferença técnica é abissal entre Palmeiras e Corinthians, se considerarmos o poder financeiro de ambos, a excelência de elenco e as respectivas posições no campeonato que se retoma, entre o medo e o silêncio.
Aliás, isso também conspira a favor do Palmeiras: a ausência da Fiel nas arquibancadas de Itaquera, onde o clássico se desenrolará nesta quarta-feira.
Mais ainda porque o Timão não poderá contar com a volta de Jô, talvez o último ídolo da Fiel, que se encontrava no Japão. Para isso, uma explicação lógica: até chegarem à Federação os papéis libertadores de Jô, a viagem é longa, de cavalo, trem, navio, telégrafo, esses veículos de última geração, desde que ainda não inventaram a sonhada Internet, que, em segundos, resolveria a questão.
Em contrapartida, o Verdão não terá Dudu, seu último ídolo. Mais do que isso: o craque que determinava toda a dinâmica da equipe desde os tempos de Felipão. Era ele quem puxava os contragolpes, dava as assistências e fazia os gols, só isso.
O fato é que, com a parada de três meses, mesmo com Dudu e Jô em campo, como tudo se desenrolará só Deus sabe.
Só torço por um jogo desabrido, com poucas faltas e divertido como deve ser jogado o futebol, aqui e na extinta Cochinchina. Isto é: que se opere um milagre por aqui, depois da passagem de Jesus.
Alberto Helena Jr.
Ainda se ouvirá por algum tempo nos muros da gavea a lamentação advinda não só da torcida mas também de boa parte da imprensa as lamentações próprias de viuvas que acabaram de perder os seus maridos sobre a ida de Jesus de volta sua terra natal, a pequena e bela Portugal, de lindas cidades como Lisboa, Porto, Coimbra e regiões menos badaladas mas não menos bonitas como a Ilha da Madeira, queria eu ter poder financeiro para adquirir por lá umas terrinhas e numa bela quinta desfrutar dos prazeres do campo, do vinho e da boa comida portuguesa mas voltando ao assunto o portuga deixou um belo legado mas temos que acabar com essa sindrome de vira latas, refletir sobre os caminhos certos para o nosso futebol e seguir em frente e talvez esse caminho recomece nesta quarta feira com um derby, acho que o de maior rivalidade nas Américas quiça do mundo, para nós palmeirenses preferimos com uma grande dose de exagero suportar até a perda de um campeonato porém é inadimissivel perdemos para os gambas da Zona Leste principalmente neste momento de retomada do futebol, os gambas se livraram de uma cacetada há quatros meses passados pois íamos passar com um trator verde sobre o time de itaquera e acho que agora com a paralisação pela pandemia foi dada uma sobrevidsa para o time gambalino que agoniza na tabela e tem os ventos soprados pelo fantasma do rebaixamento com certeza o pior vexame a ser enfrentado pelos gambas já o Verdão bem na tabela de classificação, porém ainda não ainda classificado matematicamente jogará por pelo menos mais um ponto no forte grupo que ocupa tendo os dois primeiros colocados com 19 pontos e o terceiro com dezesseis, sendo porém a maior meta para o Verdão amanhã, além de ganhar os três pontos, será eliminar o cinquentenário freguês é so comprovar vendo desde quando o Verdão teve vantagem no cofronto direto e a mídia tentando passar informações incompletas as torcidas força uma igualdade nos confrontos o que não correponde a realidade pois não levaram em consideração todos os jogos, inclusive torneios inicio no qual o Verdão no computo geral tem quatro vitórias a mais mas o que esperar de uma imprensa infestada de esquerdalhas cuja a especialidade é distorcer a verdade e repetir mil vezs uma mentira até que pareça ser uma verdade…..rindo até 2026. Saudações palmeirenses.
Chupa J senil Jr! heheheh….Aqui é Corinthians aprende já falei.