Abre alas pro Tricolor

Foto: Divulgação/Rubens Chiri/SPFC

Dos três grandões paulistas que entraram em campo neste sábado de Carnaval, só o Tricolor saiu de campo ao som do Abre Alas. Os outros dois – Corinthians e Santos – deixaram os gramados ao lento compasso da Marcha Fúnebre.

A começar, por ordem de entrada, pelo Timão, que começou mergulhando de cabeça no Água Santa, e logo aos 7 minutos abriu a contagem com Love girando na área em torno da bola bem servida por Fagner da direita.

Mas, aos poucos, foi desacelerando seu jogo, até que Luan Dias (bom meia, esse, sô!) empatasse, aos 32.

Com Cantillo mais discreto do que de hábito e Luan errático na construção das jogadas, o Timão foi cedendo espaços ao Água Santa, embora sem correr grandes riscos. A entrada de Pedrinho, pra dar mais gingado ao time se fazia necessária. Só que não no lugar de Yonny, que, bem ou mal, era um atacante mais aguda pelas extremidades do campo. Luan, talvez, ou Cantillo, quem sabe?

Mais provavelmente no lugar de Camacho, antes de o volante corintiano ser expulso, no segundo tempo, o que abriu espaço para a virada inesperada do Água Santa, em jogada espetacular de Robinho, que varou toda a defesa alvinegra até finalizar, à beira do apito final.

Já o Peixe, que sob o comando de Jesualdo perdeu o ímpeto dos tempos felizes de Sampaoli e nem ganhou um poder defensivo significativo, naufragou ainda na etapa inicial, quando o Ituano, em casa, fez 2 a 0, com direito a golaço de Yago. Correia, de falta, definiu o placar, embora o Santos melhorasse no segundo tempo, mas nada tão efusivo.

Já efusivo foi o Tricolor desde saída contra o Oeste, no campo inimigo.

Exercendo pressão avassaladora, logo aos 4 minutos fez 1 a 0 com Daniel Alves, na conclusão de boa trama na esquerda entre Vítor Bueno e Reinaldo.

Contudo, reduziu tanto sua ênfase que acabou tomando uma bola no poste, mas só não ampliou o placar ainda nesse período porque o juiz não deu pênalti claro em Igor Gomes (mais um).  Essa redução de ânimo despertou Diniz que deu uma bronca na turma, no vestiário.

Na volta, o cenário começou a ser alterado com a entrada de Hernanes no lugar de Vítor Bueno e a passagem de Antony para a esquerda, justamente onde a goleada começou a ser construída: numa escapada de Antony, Pato fez 2 a 0, aos 21, para, sete minutos depois, servir Daniel Alves de bandeja. E, aos 42, o mesmo Pato sofreu pênalti (desta vez, o juiz deu) e completou o placar de 4 a 0, o que dá novo ânimo ao Tricolor nesse processo de crescimento sem resultados dos últimos jogos.

De resto, Ala-la-ô pras amigas e amigos que frequentam esta passarela da bola, pra celebrar os vencedores e consolar os perdedores, que, como diz o velho tango: y siempre és Carnaval.

3 comentários

  1. esse yunis porra loca…….a bola queima nos pes………chuta de primeira , a olho , cai cai a todo momento

    foi mais uma contratação precipitada de um meia sola……….

    a falta de um cabeça de àrea como RALF , faz ao timão…….ainda da para trazer de volta…….

    esse tecnico falou de novo esquema , mas a gente ve CHUVERÕES e bolas e profundidades da

    defesa para o ataque ,, e individualismos de LUAN e LOVE

  2. Os quatro grandes times de São Paulo se somados os salários dos jogadores ganham mais que todos os times do Brasil exceção ao flamengo e convenhamos esses quatro times jogam um futebolzinho bem fraquinho que não passa de nota 5
    Agora eu deixo a pergunta no ar porque salários tão altos para o padrão do futebol que eles jogam será que não tem algo errado?

Deixe um comentário para murad Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *