
Grêmio e Inter seguiram em frente na Copa do Brasil, enquanto o São Paulo se afogava na Fonte Nova – novamente, 1 a 0 pro Bahia, que não teve muito o que fazer pra garantir sua vaga na fase seguinte do torneio. Bastou deixar a bola com o São Paulo, que se embaralhou todo com a bichinha do início ao fim da partida.
Tanto, que a única chance real criada pelo Tricolor paulista foi aquele disparo de Helinho que se chocou com o travessão de Douglas. De resto, era uma sucessão de tentativas de bolas cruzadas da altura do bico da grande área adversária, um vício maldito do nosso futebol, tão carente de imaginação e invectiva.
Assim sendo, o Bahia pediu desculpas e, aos 8 minutos do segundo tempo, partiu em alta velocidade com Artur que serviu ao zagueiro Ernando, sua escolta no contragolpe,a bola do jogo: 1 a 0, y nada más, como no velho e enferrujado bolero.
Vale lembrar que o Tricolor precisava da vitória de pelo menos 1 a 0 pra levar a decisão pela vaga aos pênaltis, apenas um golzinho , o que aconselhava desde a saída daqui em direção a Salvador que Cuca escalasse um time ofensivo, com jogadores habilitados a entrar na área e marcar ao menos esse golzinho.
Mas, meu querido Cuca preferiu começar o jogo com Pato, seu principal atacante, no banco, assim como um meio-campo sem inventiva, com Hudson, Tchê Tchê etc. E, quando tentou mudar o braço da viola, no segundo tempo, o Bahia já estava cristalizado em seu esquema defensivo e o tempo trabalhava a seu favor.
Pelo andar da Kombi, antes de ais nada, Cuca terá de submeter seu elenco a uma cirurgia espiritual, incutindo-lhe confiança acima de tudo. E, sim, escalar bem a equipe
Alberto Helena Jr.
Foi um jogo pegado em que os dois times procuravam o jogo porém só o Bahia achava, bem postado em campo o time baiano com o palmeirense Artur emprestado ao Bahia emprestava ele ótimo futebol de muita lucidez e velocidade quando num rápido contra ataque serve o becão Ernando que de surpresa surge em desabalada carreira e num toque de fina classe desloca a bola do goleirão Thiago Volpi de forma inapelável e só coloca no cantinho da meta tricolor paulista….golaço…..e só. Agora resta ao São Paulo nadar….nadar…..para não morrer na praia do brasileirão…não acredito que tenha folego para título porém é bem possível, que se juntar os cacos, faça um bom papel para brigar por vaga na libertadores, peguei leve nesse comentário pois um video no youtube, cujo assunto era o time do coração de diversos jornalista lá vejo que o meu amigo Alberto é tricolor paulista…então manda quem pode obedece quem tem juízo…então vamos pegar leve com o poderoso chefão do blog e da idilica Ibiuna. Um abraço e saudações palmeirenses,
Fora Cuca, ultrapassado, teimoso, perdido.
Bom dia!
Reitero, sou torcedor do E. C. Bahia e, aqui em SP, também tricolor. Longevo no futebol (tenho 70 anos), sou de um tempo em que os times paulistas quase sempre prevaleciam contra os do Nordeste. História à parte, o Bahia, por sua vez, sempre foi o diferente; tanto verdade como sua histórica conquista em 1959/60 tirando os então poderosos Vasco e o Santos do título brasileiro daquela temporada.
Estamos em 2019 e muita, muita e muita coisa mudou. Os times paulistas continuam poderosos, “pero” nem tanto. O São Paulo, contudo, mais parece um leão desdentado – e há bom tempo. Nos últimos três confrontos com o Bahia o que se viu? Um time lerdo, bisonho, sem criatividade e – em especial – sem craques. Um time tão comum a ponto de virar uma presa fácil para o modesto Bahia. Modesto, sim. Frágil, não!!!
P. S. Roger Machado provou ser mais competente que o Cuca (até prova em contrário).
Concordo contigo. Roger Machado é muito mais técnico que Cuca. Até suas narrativas são mais consistentes. Parabéns ao Bahia. E que saudades do outrora poderoso tricolor Paulista
Obrigado! Quanto ao nosso tricolor (o do Morumbi), quem sabe, melhora com o recesso a seguir. Cuca não é tão ruim, mas o elenco… Aguardemos.