Brasil na Libertadores: 2 a 1

Foto: Yuri Cortez/AFP

Esse foi o resultado da noitada dos time brasileiros na Libertadores: duas vitórias e uma derrota que eliminou  o Galo da disputa precocemente.

E tudo começou com o Cruzeiro, justamente o maior rival do Galo, dando um verdadeiro passeio na Venezuela sobre o Deportivo Lara, ao longo de todo o primeiro tempo, quando estabeleceu 1 a 0 com quem? Fred, claro,  que recebeu na entrada da área, aprumou-se e bateu no ângulo esquerdo do goleiro. Golaço!

Mas, a partir dos 42 minutos, a Raposa deitou sobre o resultado, e o Lara conseguiu criar algum perigo, nada, porém, muito assustador. E assim seguiu segunda etapa adiante até que, lá pelos 30 minutos, Marquinhos Gabriel, que cumpria excelente performance, partiu com a bola dominada, livrou-se de dois à entrada da área e serviu Jadson que levou um tranco: pênalti, convertido por Sassá, substituto de Fred.

Assim, o Cruzeiro vai mantendo o índice de cem por cento na competição, líder de sua chave e já passando para a fase seguinte, dois dias depois de ter conquistado o campeonato mineiro. Mano tá com tudo, meu.

Foto: Norberto Duarte/AFP

Na sequência, entra em cena o Grêmio, que estava periclitando na classificação do certame. Precisava ganhar, ponto!

E ganhou, por 2 a 0, graças a Cebolinha, autor dos dois tentos tricolores e de uma série de jogadas entusiasmantes, bem ao seu estilo. O primeiro gol, então, foi uma exposição de jogadas combinadas entre ele e a bola que deixou o adversário só assistindo e, intimamente, aplaudindo.

Por fim, a tragédia: num Mineirão repleto e efusivo, o Galo bem que tentou alcançar o único resultado capaz de lhe sobrevida no torneio diante do Nacional de Montevidéu. E, por duas vezes, esteve a pique de conseguir pelo menos a abertura da contagem.

A primeira, aos 21, quando num rápido contragolpe, Ricardo Oliveira tabelou com Elias, recebeu de volta e, cara-a-cara com o goleiro, chutou sobre  corpo estendido no chão. A segunda,, aos 17 da etapa final, Chachá deixou Fábio Santos de frente com o goleiro e o tiro saiu manso de direita.

Os uruguaios, porém, não bobearam, e, já aos 40 minutos, Carballo surge livre num buraco da defesa do Galo, mata no peito e, com estilo, encobre Vítor que saía apavorado de sua meta.

Bem, mas se o Galo caiu fora, ainda há muitos brasileiros na boca de espera, como Palmeiras, Flamengo, Atlético PR e Inter, que jogam na quarta e na quinta, na esperança de que Cruzeiro e Grêmio lhes sirvam de exemplo.

Foto: Douglas Magno/AFP

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