
E o Peixe foi o primeiro, dentre todos os concorrentes, a invadir a área da classificação para a fase que vale mesmo no Paulistinha, num jogo visceral, cujo placar foi encerrado a um átimo do apito final, aos 50 minutos do segundo tempo. Foi mais ou menos assim: bola lançada na área do Oeste, o goleiro deixa escapar; ou melhor, rebate-a para a direita, no intuito de recuperá-la, justamente no pé de Victor Ferraz que, diante de uma barreira de jogadores, acerta o cantinho direito baixo da meta adversária.
Isso, numa partida repleta de chances perdidas pelos dois times, defesas preciosas dos goleiros e cinco gols, dois deles primorosos – o de Bruno Lopes batendo de longe, da esquerda, no ângulo oposto de Vanderlei e o de Derlis Gonzales, fruto de rápida e bem urdida trama da qual participaram quatro jogadores santistas, antes de tiro final do paraguaio.
Ah, sim, jogando desse jeito, o Santos sempre estará correndo riscos.
Em compensação, estará constantemente cara a cara com a vitória. O amigo pode escolher, já que a perfeição não existe.
Já no sentido contrário caminha o Timão de Carille, que empatou por 1 a 1 com o São Bento em Sorocaba.
Cheio de cautelas, embora nesta temporada Carille tente dar um passinho à frente, acabou sendo dominado pelo frágil São Bento em vários momentos da partida.
Fez seu gol aos 38 minutos do primeiro tempo, em jogada esperta de Sornoza que culminou no disparo certeiro de Clayson no ângulo, e, depois, ficou por ali tentando evitar o pior.
O pior, que seria a derrota, não veio. Só o empate, com Paulo Henrique, um desses meias cheios de manha e velocidade que protagonizou as melhores jogadas em toda a partida, aos 15 minutos da etapa final.
O resto…. desculpe o bocejo.
Alberto Helena Jr.
Sou palmeirense, todos aqui no blog sabem, mas tenho que bater palmas de pé para o futebol praticado pelo time do Santos neste campeonato paulista, um futebol ofensivo, de bola no chão sem rifa-la, cada um sabendo o seu papel em campo, atingiu merecidamente a classificação entre os times considerados grandes do Estado de São Paulo, foi um jogo com belos gols, resultado de muito treinamento, tendo sido o Oeste grata surpresa que de cabeça erguida e de forma valente foi para a partida e quase prega uma peça no time santista, porém o time praiano não desistiu de buscar o resultado até o finalzinhgo do jogo, com golaço do lateral santista, numa jogada de snooker, bola entrando na caçapa, num chute felicíssimo do Victor Ferraz….jogaço de bola….o melhor do campeonato….futebol ainda existe. Saudações palmeirenses.
Alberto Helena Jr.
Voltei nesse post para comentar em separado pois não merecia ser comentado junto com o jogo do Santos o vexame dado pelo time de itaquera lá em Sorocaba frente ao limitadíssimo time do São Bento, um dos lanternas do campeonato, e não é que o time itaquerense empata com o time do interior num futebol pífio, principalmente praticado pela defesa alvinegra, e o goleiro Cassio então cantado em prosa e verso pela alegrinha imprensa corintiana como um goleiro de seleção, para com essa brincadeira de mau gosto, um goleiro que não sabe sair em bola cruzada na sua área, veja o gol de hoje do time de Sorocaba o gigante boneco de Olinda (é carnaval né) ficou pregado como sempre debaixo da trave e tomou gol de um baixinho….vergonha hein Cassio…..toma vergonha na cara e vá treinar. Saudações palmeirenses.
Assisti o jogo do Santos, e o futebol praticado pelo Oeste, foi o mesmo do River Plate do Uruguai….ou seja, utilizando exaustivamente
a falta, durante os noventa minutos ou mais, de jogo, como principal veículo de resultados. Aliás, a falta no futebol sempre existiu, mas atualmente nos parece ser um veículo de conseguir nivelar no futebol times com menos capacidade técnica de outros.. É só prestar atenção, nos jogos desses times considerados pequenos jogando contra times grandes….Santos….Corinthians….Palmeiras….etc, Ou seja….se ganham uma jogada, seguem normalmente para contra-ataque, área do adversário, e até gols….etc….se perdem, fazem sempre a falta imediatamente….independente de ser falta normal ou violente, e se não tiver qualquer atitude da arbitragem nesse futebol atual….será-entre aspas- uma beleza….porque daí será o seguinte….vou ganhar do camarada que joga mais que eu….
Cássio treinar mais? Acho que você não assistiu o jogo inteiro meu amigo “verde” corintiano!
Se não fosse o Cássio o Timão perderia esse jogo fácil.
No mínimo ele salvou três bolas difíceis nesse jogo.
Alberto Helena Jr.
Queria dizer ao amigo Jorge que não vio o jogo mas eu já joguei como goleiro na várzea naturalmente pois nunca tive altura suficiente para jogar profissionalmente pois tenho 1,78 ms. de altura, mais até a gente na várzea sabe que um dos fundamentos principais de treinamento é a saída de gol em bolas cruzadas sobre a sua área, e é isso que o Cassio precisa treinar pois não adianta você ter 2 metros de altura e ficar “grudado” embaixo das traves, veja os gols tomados pela defesa do time de itaquera e me diga quantos foram resultados de cruzamento sobre a área, mas se você desculpar o Cassio por isso então a coisa fica pior pois se tem tantos gols de cruzamento o goleiro tem sua parcela de culpa por ficar boca fechada e não orientar o posicionamento da defsa o que também me parece o caso; se o Cassio é tão bom como vocês dizem porque não foi convocado para os amistosos e o Wewerton do Palmeiras foi ?. Saudações palmeirenses do seu amigo verde palmeirense,
O Tite já conhece o Cássio.
Não tem que provar mais nada.
Agora o Weverton tem muito mais defeitos que o Cássio.
Na minha opinião dá muito rebote.
Até os seu reservas são melhores que ele.