
Dizem que em Itu tudo é grande. Pois, o Ituano, nesta noite de domingo, fez valer o dito, ao fritar o Peixe numa grelha gigantesca. Logo o Peixe, praticamente invulnerável e que vinha goleando aqui e ali pelo Paulistinha afora. Pois esse mesmo Santos até então 100 por cento, em vinte minutos de bo0la rolando já estava levando de 3 a 0.
E não acabou por aí, não. Justamente quando o Peixe reduzia o placar ainda no primeiro tempo, tomou o quarto,e, no início da segunda etapa, o quinto gol. E o sexto só não saiu, lá pelos 40 minutos, por um triz.
É aquela velha história: quem anda no limite, uma hora, pode descarrilar. Foi a hora do Santos, um time que cultiva o jogo ofensivo e tal e cousa e lousa e maripousa. Mas, há um detalhe: errou Sampaoli ao substituir o zagueiro Luís Felipe por Aguilar, falho nos três primeiros gols do adversário, o que definiu o andamento do resto da partida.
Já o Tricolor, com um time reserva, pouco antes, passou pelo São Bento. Apertado, é verdade, apenas 1 a 0, num disparo certeiro de Hernanes, ainda em fase de recuperação física.
Embora o Tricolor tivesse a posse de bola e rondasse a área inimiga o tempo todo, quase nada criou para ampliar esse placar.
Entre outras coisas, porque Jardine insiste em jogar com três volantes, o que extrai do time a capacidade de inventar.
Pegue-se como exemplo esse menino Araruna, o responsável pela distribuição de jogo a partir do meio de campo.
É um daqueles meninos dos olhos do professor: não falta às aulas, durante as quais presta atenção o tempo todo, não conversa com o colega do lado, não atira bolinha de papel na cabeça da garota que quer chamar a atenção, faz seus deveres sem atraso e corretamente, é aplicado e tem sempre na ponta da língua um sim, senhor.
Tudo isso é muito recomendável, e merece nota 10. Mas, falta-lhe aquele talento especial, a centelha do craque, o articulador que surpreende com um passe inesperado, uma virada de jogo que coloca o ataque de ponta cabeça, nada que quebre a rotina do jogo.
E assim foi o São Paulo ao longo de toda a partida: rotineiro. Como venceu, está perdoado pela torcida, aquela que simplesmente torce, não se extasia (aliás, já nem sei se o quer de fato, depois de tantos anos de anestesia).
Inacreditavel….
Esses times paulistas são todos uma porcaria, tenho dó quando o Mengão pegar eles no brasileiro!
Dá- lhe Mengão!
Este ano, o urubu ainda vai jogar contra os grandes paulistas (mais de 10 títulos neste século), sem qq possibilidade de título. Ano que vem, enfrentará os paulistas da série B, com alguma possibilidade de título.
Infelizmente Jardine ainda é estagiário…oxalá os jogadores não o vejam assim,,,caso contrário seremos desclassificados nessa fase de grupos….e será a primeira vez….
Caro Helena: parece que você e o Flávio Prado (eternos detratores do futebol do Interior – você chamando o Paulistão de paulistinha e ele, Flávio, se referindo ao Interior como jecaiada, na Jovem Pan) devem uma explicação sobre as rendas dos grandes no Paulistão 2019. Palmeiras x Corinthians rendeu quase 3 milhões, entre outros jogos anteriores desses clubes. Vocês se baseiam na média de público DO CAMPEONATO, quando deveriam se basear na média de público do Corinthians, do Palmeiras etc no Paulistão e no Nacional. Vocês vão ver que não é muito diferente. Da mesma forma,interessa a média de público da Guarani, da Ponte, do Bragantino, do Oeste etc EM CADA CAMPEONATO – verão tb que não é muito diferente. Resumo: a média (de público ou de renda) do campeonato todo é burra. O que vale é a média de cada clube em cada campeonato.
Prezado Alberto,
E há quem diga que os treinadores brasileiros devem aprender com o treinador “Sampaoli”….será?
Esse jeito arrojado de jogar e lançar-se ao ataque, sempre vai dar certo quando o adversário não consegue marcar.
Já vimos esse filme antes, e, a logística é a mesma.
Então, não há nada a aprender com o gringo, apenas é seu estilo de jogo e somente isso.
Grande abraço e saudações.
Alberto Helena Jr.
Que paulada na cabeça dos peixeiros hein amigo Alberto, então aquele negócio de Sampaioli e lousa e cousa e maripousa (aprendi com um grande jornalista) não passará de uma paixão de carnaval ou de um voo de galinha (alto pore´m curto), vamos devagar com o andor que o Santos é de barro (perco o amigo mas não perco a piada)…tudo voltando ao normal. Saudações palmeirenses.