
No giro da bola, como graciosamente gosta de anunciar na tv nossa Fada Loira, a Michelle Giannella, quatro nomes assumem a boca de cena: o técnico argentino Sampaoli, que acaba de acertar sua ida à Vila Belmiro; Felipe Melo, na mira do Flamengo; Ramiro, chegando a Itaquera, e Felipão, balançando entre a seleção colombiana, o Boca e, claro, o Palmeiras.
Quanto a Felipão tenho minhas dúvidas de que deixe o Parque nesta quadra de sua vida já mais do que resolvida, imagino, nas contas bancárias do veterano treinador. E, nada mais estimulante para Felipão, que já conseguiu o prodígio de imprimir um tom de sépia na foto dos vexaminosos 7 a 1, com a conquista do Brasileirão nesta sua volta ao Brasil, é coroar sua história no Verdão com uma taça Libertadores e, quem sabe, um Mundial de Clubes. Seria a glória suprema.
Mas, enfim, nunca se sabe. Afinal, tempos atrás Felipão jurou que não sairia e no dia seguinte desembarcava na Toca da Raposa.
Quanto ao outro Felipe, o Melo, parece disposto a voltar ao ninho antigo – o Mengão, de onde saiu para ganhar fama e fortuna mundo afora.
Confesso que me desagrada seu comportamento excessivamente atrabiliário que, aliás, se coaduna com suas escolhas políticas. Mas, isso está na moda. E o fato é que, com a bola, seu trato é bem mais refinado, a ponto de ter sido destaque no findo Brasileirão deste ano.
Nesse sentido, fará falta ao Verdão, caso resolva partir mesmo. Mas, nem tanto, pois seguirão no Parque dois excelentes volantes – Moisés e Bruno Henrique, sem falar em Tiago, que quebra um bom galho lá atrás.
Quem vem para quebrar um bom galho no Corinthians novamente nas mãos de Carille é o volante Ramiro. Não se trata de um craque na acepção da palavra, aquele que rompe o óbvio e as defesas adversárias, nada disso. Mas, é aplicado taticamente, passa bem, marca bem e chuta bem de média distância. Para o padrão de jogo de Carille, cai como uma luva.
Contudo, já não sei se essa imagem vale para Sampaoli no Peixe.
Se considerarmos aquele Sampaoli da Seleção Chilena, que gostava de um jogo ofensivo, com trocas de passe bem engendradas e tal e cousa e lousa e maripousa, sem dúvida.
Mas, se for o Sampaoli da última imagem deixada no ar da Copa do Mundo, dirigindo a Argentina, de jeito nenhum. Embora dispondo de uma legião de ótimos jogadores do meio de campo pra frente, sem falar em Messi, o jogo de seu time foi atado aos mesmos preceitos medrosos e desconexos que pululam pela América do Sul afora.
Como o bicho é irrequieto o tempo todo em que a bola rola, quem sabe, né?
O jeito é esperar.
Acho Ramiro um Carlos Miguel piorado.
Achei decisão acertada do Santos em trazer oJorge Sampaoli…aliás não apenas para o Santos mas para o futebol brasileiro no mundo
A coisa ta feia por aqui, e vai piorar!! o caso da VIVO é um exemplo, só porque disse a verdade o CHIQUEIRÃO se alvoroçou, a mesma pobreza de sempre!!!
Alberto Helena Jr.
Queria dizer ao tal de Pedro II que a Confederação Brasileira de Futebol reconheceu, homologou e unificou todos os títulos de campeonatos nacionais, exceto Copa do Brasil, classificando-os como brasileiros, isso desde a década de 60, aonde estava o timeco do Pedro II que não ganhou NADA em termos nacionais até 1990, qualquer mimimi, choradeira, esperneio é lá na CBF e se a CBF não te atender Pedro II te pago uma passagem só ida para você ir reclamar com o Bispo de Caruaru. Ah a empresa VIVO já prestou desculpas formais ao Palmeiras e já enquadrou o gambazinho fedido metido a palhaço….se f……Saudações palmeirenses do decampeão brasileiro.
“Contratação Midiática”. Essa é a mais nova invenção(oficial) da diretoria do Náutico. Se bem que na prática já existisse em vários clubes esse tipo de negócio, o mesmo no fundo, trata-se na prática de um “me engana que eu gosto”. O cara ou tá velho demais, ou por algum motivo físico não é mais aquele ai vem para o clube para ver se atrai um punhado de torcedores saudosistas e no fim de tudo é mais dinheiro jogado fora. No caso do Náutico tudo começou ano passado com a contratação do paraguaio Ortigoza aquele, o Coalhada, que jogou no Palmeiras. Ortigoza veio como “contratação midiática” como dizem lá no Recife mais acabou se dando bem e teve grandes atuações e marcou se não me engano 15 gols na temporada. Agora mais uma vez o clube repete a fórmula com o atacante Jorge Henrique que teve grandes passagens por clubes aqui do sudeste. O que não se sabe é se ele com seus 37 anos repetirá Ortigoza o Coalhada e longe de ser uma contratação midiática passa a ser como foi o paraguaio uma contratação séria.