Deu o que o Tricolor queria

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O São Paulo já deu os sinais claros de que foi à Vila em busca do que alcançou ao fim: um empatezinho maneiro que o mantivesse no distinto lugar de líder por pontos ganhos do Brasileirão, à espera de um improvável, mas possível, tropeço do Inter em Chapecó, nesta segunda-feira.

Sim, porque, de cara, saiu com três zagueiros típicos e mais dois volantes guardando a entrada de sua área. E, não apenas manteve esse conceito como ainda o reforçou quando perdeu Everton, machucado, e colocou em campo mais um volante – Liziero. – no finzinho do primeiro tempo.

Isso, claro, permitiu ao Santos dominar a partida e criar uma ou outra chance de gol, já que lhe faltava o de sempre – aquele meia capaz de descobrir espaços onde só há congestionamento.

Assim, a grande e única clara oportunidade de gol em toda a partida foi proporcionada por aquela bola roubada por Rodrigo dos pés inábeis de Arboleda em que o menino da Vila, em alta velocidade, chegou cara a cara com Sidão, concluindo, porém, pra fora.

Resultado: 0 a 0, entre muitas faltas e reclamações de lado a lado, sobretudo quando o juiz resolveu encerrar o jogo justamente quando o Santos partia para um contragolpe na sequência de falta cobrada pelo São Paulo na barreira.

Isso, além daquele lance discutível na área tricolor, quando a bola tocou no braço de Rojas, em disputa de corpo com Dodô. Na minha visão, Rojas é quem busca o contato de ombro com Dodô, portanto, não houve a falta do santista que o juiz marcou e sim o toque, que poderia ser interpretado como ocasional, não intencional. Ou não.

Enquanto isso, na Fonte Nova, o Palmeiras desperdiçava boa ocasião pra se aproximar dos líderes ainda mais, ao empatar por 1 a 1 com o Bahia, justamente por optar pelo vício atual do nosso futebol: fechadinho lá atrás e bolas esticadas à frente, sem muito juízo.

Assim, o Bahia foi melhor no primeiro tempo, quando marcou seu gol em esperta finta do menino Ramires em Felipe Melo, que ficou deitado no chão, pra Gilberto finalizar com êxito.

No segundo, depois de um período de bola dividida, o Palmeiras apertou o cerco, já com Dudu e William em campo, e chegou ao empate, em, cabeçada fulminante de Felipe Melo, na cobrança de corner de Dudu pela direita.

Dessa forma, fica o dito pelo não dito nesse debate em torno de uma bola feito de ideias medíocres com forte viés de autoritarismo, argumento capaz de empolgar as massas incautas. Isso lembra o amigo de algo que ocorre longe dos gramados da bola? Pois, é.

5 comentários

  1. Alberto Helena Jr.

    Quanto ao futuro do Brasil para combater a corrupção e a roubalheira generalizada de partidecos com viés bolivariano é melhor Jair se acostumando e lousa e cousa e maripousa e não adianta espernear bota e aço neles, mais vamos falar de futebol no seu blog que é o que tem de melhor na mídia esportiva brasileira, São Paulo e Santos empataram num jogo que só minha vó diria que não iria ficar no zero a zero, o Verdão com um time para lá de alternativo foi para Salvador e bastou apertar os baianos e conseguir um empate, o Verdão vai indo devagarinho ponto a ponto as vezes com rodada favorável as vezes em rodada desfavorável para nós que estamos em 3º lugar a três pontos do líder então está bom, é só secar amanhâ o Internacional para tropeçar para a Chapecoense, enfim campeonato aberto para os três primeiros colocados porém com chances reais para os cinco primeiros colocados. Saudações palmeirenses.

    1. Combater corrupçao com quem lava dinheiro de partido, contrata funcionário fantasma e nao dispensa mordomia de político. Aham. Melhor jair se HaddadPTando. Mas vamos falar de futebol, fazer comentário batido pra encobrir o apoio ao inominável. Como andam dizendo por aí Helenão hahahaha. Saudaçoes saopaulinas antifascismo (!)

  2. Aguirre é técnico mediano, por isso o mediano futebol do São Paulo, será difícil ser campeão.
    O país está em viés autoritário, com discursos agressivos, como combustível para governar o país.

  3. É isso mesmo, agora sôbre o àrbitro, acho que ficou faltando uma explicação da parte dêle, sôbre o minuto de acressimo porque êle deu na realidade um minuto de bola parada. E isso no esporte não existe, se fosse assim iriam todos para o campo deixava a bola parada depois de todos os minutos, acabava o jogo, então

  4. Nosso eterno fregues mesmo jogando em casa “amarelou” de novo… Nos confrontos diretos, são mais de 30 vitórias do maior do Brasil contra o lambari… E pelo jeito, vai demorar para ao menos conseguirem empatar esse confronto… E nem vou citar os 9×1 no Paulistinha de 1944 e nem o abandono de campo com Pelé e tudo em 1963 quando o jogo já estava 4×1… Enfim, o fregues sempre tem razão né?… heheheheheheheheheheheheh

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