
O sábado aqui no Grão Ducado de Ibiúna amanheceu cinzento, mas na tela da tv despertou luminoso com o Liverpool batendo o Tottenham por 2 a 1, embora Salah, desta vez, não brilhasse. Mas Firmino fez o seu e saiu machucado.
Em seguida, uma enxurrada de belos espetáculos: o Bayern venceu de virada o Leverkusen com show particular de Robben, esse craque excepcional que nunca mereceu uma indicação para melhor do mundo, ainda que tivesse sido disparado o maior jogador da Copa no Brasil, prêmio dado indevidamente para o gênio Messi.
E o que dizer do City de Guardiola, que mesmo sem De Bruyne, meteu 3 a 0 no Fulham, com direito a mais uma dúzia de gols feitos e perdidos – dois deles pelo nosso menino Jesus, que parece estar um tanto tenso pela ausência na Seleção e pelo banco no seu time? É um deleite ver esse time jogar, bola de pé em pé, o tempo todo atacando, criando chances pelo meio, pelos lados, por cima, por baixo, a síntese perfeita do verdadeiro jogo da bola.
Quem vem nessa esteira é o Chelsea, sob nova direção em todos os sentidos. Tocando a bola e envolvendo o adversário, meteu 4 a 2 no Cardiff, com direito a três desse espetacular belga Hazard, cuja origem árabe significa algo como prodígio, que o francês traduziu para sorte e nós pra azar.
Já, quando foi a vez do United mostrar seu valor, depois de abrir 2 a 0 no placar diante do até então invicto Watford, escondeu-se atrás do ônibus de Mourinho, tomou um gol e passou um sufoco danado até o apito final.
Já o Barça manteve-se firme na liderança, ao virar diante da Real Sociedad, em San Sebastián, pois o Real tropeçaria mais tarde na Catedral de San Mamés, frente ao Bilbao.
E o sábado encerrou-se em terras tupiniquins com um animado mas tecnicamente ralo, com o Clássico das Multidões, entre Vasco e Flamengo, disputado, creia, em Brasília, no estádio que leva o nome de um dos mais ilustres botafoguense da história – Mané Garrincha.
Apesar de o Fla ter um elenco bem mais qualificado do que o do Vasco, o Almirante deposto pelo Gigante da Colina dividiu a bola com seu rival eterno, que saiu na frente e tomou o empate já no segundo tempo.
Teve expulsão de Diego, empurra-empurra a toda hora, contusão grave de Bruno do Vasco, ambulância encalhada e tal e cousa e lousa e maripousa. Mas, bola, pouca, como de hábito neste nosso enfermo futebol.
Alberto Helena Jr.
Ontem no sábado preferi ver um bom filme policial no Tele Cine do que ver dois times digo sem medo de errar do futebol que mais decai no Brasil, que é o carioca, não vejo mais os time cariocas como rivais para qualquer um dos times dos grandes centros de futebol deste país, quais sejam Rio Grande do Sul com Internacional e Grêmio, Mina Gerais com Atlético Mineiro e Cruzeiro, São Paulo com os quatro grandes Palmeiras, Santos, São Paulo, Pangaré Itaquerense, vi depois os piores momentos no meu computador e te digo que o time do cheirinho peida na farofa quando chegam os momentos decisivos do campeonato, vide 2016, aquele Diego Ribas já é velho conhecido que literalmente amarela quando o jogo fica para homens, chorão quer ser mais macho que os outros e aí quer peitar até juiz resultado rua com toda a justiça, não fosse o zagueiro do Vasco numa jogada infeliz ter marcado um golaço de cabeça contra estariam os urubus cheirados pela incompetência em campo amargando mais uma derrota, resultado Vasco cada vez mais na zona da degola e “cheirinho” cada vez mais perto do seu lugar adequado na tabela 11º ou 12º lugar não mais que isso. Saudações palmeirenses.