El Salvador, noves fora, zero! E daí?
Daí que a Seleção Brasileira cumpriu sua missão básica e venceu o jogo-treino por 5 a 0, que poderiam ter chegado ao dobro não fossem as tantas chances perdidas pelos nossos atacantes ou conjuradas pela defesa adversária.
Nesse caso, o que interessa mesmo é anotar que o menino Artur conferiu senso ao nosso meio-campo, como se esperava, aliás, permitindo que o triângulo, ali, fosse escalonado, não reto com os dois volantes em linha e uum meia à frente. Passe preciso, boa colocação à frente de Casemiro, Artur empurrou Coutinho para as proximidades da área, o que produziu maior poder de ataque ao Brasil.
Assim, reduziu-se a importância de nosso contragolpe, esse vício recente e maléfico, substituído pela marcação mais avançada, resultando na facilidade para a criação de chances de gol. E eles vieram naturalmente, com Neymar, Richarlison e Coutinho, logo no primeiro tempo. Placar ampliado por Richarlison no início do segundo período.
E aqui vale exaltar a presença do atacante do Everton, ex-Flu, costumeiramente utilizado pelas extremidades do campo, mas escalado por Tite como centroavante.É onde pode explorar melhor sua capacidade de finalização, sem, contudo, perder a mobilidade, graças à sua velocidade e a habilidade na canhota.
Belíssima estreia, ao contrário de Militão, que se deu melhor nos últimos minutos de partida quando trocou a lateral-direita pela zaga central. Na lateral, Militão foi tímido demais no ataque e impreciso nos passes, embora destruísse bem no seu setor.
De resto, interessante a experiência feita por Tite a partir dos 16 minutos da etapa final, quando deslocou Neymar para o comando do ataque, tendo William e Everton Cebolinha pelas extremas. Vale a pena o treinador insistir com essa proposta, nem que seja por alguns momentos nos amistosos futuros.
Afinal, Neymar vai atravessando o mau-humor generalizado com um número de gols pela Seleção que o aproxima das marcas históricas de Ronaldo Fenômeno e, pasmem!, Pelé. Ali, no comando do ataque, seu poder de fogo aumenta muito.
Enfim, é seguir em frente experimentando sempre, que o futebol é como a vida – um grande laboratório.
Outra atuação fraquinha, tipo nota 5 ou 6, de Neymarisson.
Uma duzia e meia de pequenos erros – que podem custar contra ataques – dois chutes meia sola em ocasioes perdidas, dois passes bons, uma fomezinha nunca negada e dispersividade no meio… Os companheiros quando por perto ja ate fogem dele ou deixam a bola escorregar pra ele porke sabem que o rapaz vai precisar de seus 20 segundos de preciosismo.
Desde a lesão esta meio que vai nunca vai.
Nao vai ser mais o melhor da Fifa, esquece.
Alias, quando tiver seus 33, a idade de Cristo, vai acordar para a realidade.
Pois é.
Alberto Helena Jr.
Quer dizer que a seleção amarelada da Nike do Brasil varonil ganhou da poderosíssima seleção de El Salvador (quem?), não vi o jogo e nem me interessa seleção enquanto a atual diretoria corrupta da CBF, Rede Esgoto de Televisão, Nike do Brasil e mais uma meia duzia de empresários corruptos e desonestos para com o povo iludido do Brasil conduzirem os seus próprios destinos para se locupletaram deixando em último lugar os anseios e esperanças do povo brasileiro num futebol honesto, limpo e bonito de se ver, o time masters aqui da cidade onde moro bate em El Salvador sem fazer força de dez a zero….que vergonha. Saudações palmeirenses.
Helena os deuses do futebol conspiraram a favor de Tite para ganhar a copa e ele ignorou. Primeiro foi o lateral Daniel Alves machucar . Aí entrou Fagner e foi ótimo como lateral ,marcou e deu segurança na defesa ,veio a copa e o outro lateral se machuca o Marcelo, colocou Felipe Luís aí sim acertou a defesa ,mas… o paneleiro do Tite estragou o que ficou bom, voltou com Marcelo ,enfim falante demais e na hora H ,pra ganhar se perde nas alternativas do banco de reservas e também o Ney ar tem que jogar na frente e não na ponta esquerda!
Helena, seleção que já teve Nilton Santos, Junior, Branco, Leonardo, Roberto Carlos, e agora ter Alexsandro não dá né. Muito ruim. Se o cara não consegue jogar bem contra El Salvador, imagina. Falando de copa do Brasil, com todo respeito à torcida do Flamengo, é ridículo essa reclamação da diretoria a respeito da escalação do Fagner. Nem sou torcedor do Corinthians, torço pro tricolor do Morumbi, mas futebol se ganha dentro de campo. Logo o Flamengo, o clube do Brasil em que há mais erros e interpretações de arbitragens dentro de campo a seu favor. Que ganhe quem merecer, mas dentro de campo.
Tite; “gostei da agressividade do time é o seu DNA. O time jogou com alegria verticalizado(seu novo mantra). Será que esse cidadão descobriu agora que ofensividade é o caminho menos sofrido para as vitórias? Por que ele não fez isso na copa quando tinha ótimos jogadores à sua disposição que poderiam mudar a história daquele jogo? Isso é conversa mole pra boi dormir? Engana troouxa. No primeiro jogo que tiver pra valer, a alegria e a ofensividade dele vão pro saco junto com sua tal “verticalidade”. Será que alguém de bom senso ainda acredita nesse falatório do Tite? A propósito, o que signifca essa tal “verticalidade” misturado a “intensidade” que ele tanto fala?