Pra inglês ver, não a Fiel

(Foto: Paul Ellis/AFP)

A manhã do domingo foi ´pra inglês ver e celebrar.

A começar pela festa da entrega da taça ao City de Guardiola, embora o campeão inglês empatasse por 0 a 0 com o Huddersfield. Ah, sim, e outra taça, esta virtual, foi entregue a Yayá Touré, o mais completo meio-campista dos últimos tempos, que se despedia do City.

Falando em despedida, nenhuma outra foi mais comovente do que a de Arsène Wenger (pronuncia-se, como me ensina o meu professor particular de francês, M. Arnaud: Vangér, e não como fizemos durante estes 22 anos em que ele esteve à frente do Arsenal). Comovente e feliz, pois o Arsenal se despediu de seu comandante metendo 5 a 0 no Burnley.

E, pra completar a manhã inglesa, o Chelsea entrou no páreo pela quarta vaga na Liga dos Campeões, ao bater o Liverpool por 1 a 0, gol do francês Giroud, em tarde (lá, claro) infrutífera de Salah, o nome da moda que parece dar sinais de cansaço.

Bem, por aqui, mais precisamente em Itaquera, não houve nem festa, nem funeral, pois o Corinthians apenas empatou com o Ceará, em jogo típico do nosso futebol, onde pouca coisa acontece com a bola rolando. Foram dois gols – o belo remate de Wescley de fora da área, no ângulo de Cássio, e a cabeçada de Henrique, em cobrança de corner de Jadson.

É bem verdade que o Timão jogou com uma equipe remendada. E nós sabemos que seu elenco é modesto.

Destaques? Apenas a presença do menino Pedrinho desde o início da partida, o que conferiu à Fiel alguns momentos de prazer ao longo do jogo.

Quanto ao centroavante Roger, que estreou, pouco a acrescentar a não ser aquele gol de cabeça feito que ele atirou pra fora.

De resto, é o Corinthians somando seu quarto empate seguido, o que dá a medida do nível de desempenho do campeão brasileiro nesta fase do Brasileirão.

(Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

 

 

 

4 comentários

  1. Alberto Helena Jr.

    Sempre a crônica esportiva procurando justificativa que mascare o que o pangaré itaquerense é, sem arbitragem e Rede Esgoto de Televisão, um time mediano para não dizer mediocre, com um esquema retranqueiro, que os iludidos gambas acham que é uma escola Titeliana depois Carrilleana mais que na verdade era o futebol praticado pelo Juventus da Mooca comandado pelo Milton Buzzetto o digamos “pai” da retranca do futebol brasileiro, o Ceará jogou na dele dentro de suas limitações técnicas muito semelhantes as do time de itaquera……foi um digno “crássico” para um domingo de manhâ. Rindo até 2035. saudações palmeirenses.

  2. Kazin, Junior Dutra, Sheik e agora Roger, que prometeram ser um Rojão e não deram chance ao Carlinhos, ao Mateus Matias, e mais a um montão. O Pedrinho só agora depois de muito a torcida pedir, implorar até a exaustão. Pode até ficar campeão, ou ser rebaixado, não me importa a posição, quero é ver justiça, na escalação, dando oportunidade aos novos, assim como vem sendo dada a esse monte de medalhão, que praticar bom futebol, só se for em sonho, só ilusão…

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