Até onde vai esse PSG?

Foto: CHRISTOPHE SIMON/AFP

Esse seria o teste mais duro pra saber até onde pode ir esse PSG de Neymar e Mbappé. Afinal, o adversário era o Bayern de Robben, Ribéry e cia. bela.

O detalhe é que ambos os atacantes mais incisivos – além de Lewandovski, claro – passaram a maior parte do jogo no banco, enquanto o PSG dava-se ao luxo de manter à espreita Di Maria, Draxler e o menino argentino Lo Celso, autêntico armador.

O técnico do PSG, porém, preferiu manter o trio de meio de campo com Tiago Mota, Rabiot e Verratti, três volantes típicos. E foi essa decisão que permitiu ao Bayern, mesmo perdendo logo de cara, ter o controle da bola, enquanto os franceses viviam praticamente da sólida defesa em que se destacavam os brasileiros Tiago Silva e Marquinhos, e de um ataque fulminante, formado por M’bappé, Cavani e Neymar.

Quer dizer, quando a bola caía naquela região além da intermediária alemã, era um perereco!

E, logo aos 2 minutos, numa investida pela esquerda, Neymar varou quatro defensores e rolou pra Daniel Alves fuzilar: 1 a 0.

E, se Neymar, pela esquerda, aprontava das suas, quando a bola ia para a direita, era a vez do garoto M’bappé, que será o melhor do mundo, quando a coroa cair da cabeça do brasileiro, lá na frente. O menino de 18 anos de idade recebeu na área, girou sobre o beque, e serviu de bandeja a Cavani, que disparou o segundo gol do PSG.

E, logo aos 17 minutos do segundo tempo, novamente M’bappé nos ofereceria outra jogada de mestre: entrando na área, deu um rolinho em Alaba, um dos três melhores laterais-esquerdos do mundo, e tocou para o beque falhar e Neymar marcar: 3 a 0.

Isso, afora mais três chances desperdiçadas por Neymar, outra de Cavani e mais uma de Daniel Alves, o que poderia ter ampliado o placar a um número absurdo para um jogo de desse nível.

Claro, o Bayern também teve lá suas chances – a maior delas, salva de cabeça por Tiago Silva em cima da risca.

Mas, o PSG já deixou sua marca na Liga dos Campeões. É esperar pra ver até onde vai.

Um comentário

  1. Falta TALENTO ao meio de campo da seleção. Vamos sair da copa mais cedo por falta de talentos no meio de campo. Por Talento leia-se Zico, Sócrates, Rivelino, Falcão, Rivaldo, Ronaldinho , Zenon, Pita. No Brasil de hoje há talentos, de menor fulgor mais assim mesmo talentos: Luan, Geovânio, Philipe Coutinho, Rodriguinho, Ewerton Ribeiro, Diego Souza.
    Casemiro, Paulinho, Fernandinho, Willlian, Firmino, Giuliano são falsos craques, meros coadjuvantes promovidos a titulares por Tite, com as bênçãos da mídia.

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