
O líder Corinthians volta a campo neste sábado, revestido de uma aura blindada que lhe permitiu alcançar estatísticas impressionantes até agora no Brasileirão, para receber em casa a Ponte, de campanha razoável mas que tem um time perigoso, com Lucca e Sheik, dois ex-corintianos, lá na frente.
O diabo pra Macaca é que essa defesa do Timão parece ser simplesmente intransponível, sem pontos frágeis a serem explorados pelos adversários.
Cássio voltou à velha forma, enquanto sua dupla de área – Balbuena e Pablo – se ajustaram como siameses, assim como os dois laterais – Fagner (substituído por Leo Príncipe) e Arana – marcam tão bem como atacam. E, à frente deles, dois volantes firmes no desarme e de grande movimentação na saída de bola ao ataque, Gabriel e Maicon.
Daí pra frente, Rodriguinho e Jadson, na armação, e Romero, incansável no vaivém, pelo lado, dando o comando a Jô, em fase única de sua longa carreira.
O mais provável, pois, é que o Corinthians siga inabalável lá na frente, quem sabe até aumentando sua diferença para seus mais diretos perseguidores.
Por exemplo, o Mengo, terceiro colocado na tabela, que vai a São Januário enfrentar seu maior rival, o Vasco, que surpreende com uma campanha satisfatória pra quem acabou de voltar da Segundona, ocupando a sexta posição na tabela do Brasileirão.
E o Vasco deve muito disso a dois veteranos – Luís Fabiano e Nenê -, além de um garoto espetacular, esse volante múltiplo e extremamente habilidoso, Douglas.
O Fla, porém, tem muito mais recursos técnicos em seu elenco, com Diego, Everton Ribeiro, Berrío, Paolo Guerreiro e cia. bela.
Ao contrário do Corinthians, embora bem dotado do meio de campo pra frente, o Rubro-Negro padece de uma linha defensiva frágil, o que lhe tem custado alguns dissabores ao longo da competição.
Jogo imprevisível, por se tratar de um clássico histórico disputado no campo do Vasco, o que lhe concede certa vantagem.
Caro Alberto,
Acredito que nada é imbatível, isso ocorre com o corinthians, uma hora vai perder.
Só que, quando fôr perder, vai perder no momento certo, ou seja, na hora em que pode perder e ainda ficar na frente da tabela com uma pequena gordura.
O time de Carile é chato e difícil de ser batido, e, vai continuar assim até o final do campeonato.
É por este motivo que acredito no título do brasileirão, não têm outra equipe tão regular e qualificada para “tirar” o timão do topo.
Mas, vamos ver jogo-a-jogo, agora é contra a ponte de Sheik, jogo duro e bem difícil.
Grande abraço.
caramba nem sabe a escalação do Corinthians pra essa partida, Fagner não joga amigo..
Custa muito ser cuidadoso e gentil ao apontar um lapso? Seríeis vós algum letrado sábio que tudo sabe e nada erra? Respeito, V Excia, a este monumento da crônica esportiva. Mestre Helena não pode ser atrabiliariamente atacado por um fígado “hepatitoso”
Aplausos, Ramses Rodrigues!
mestre Helena: seu copidesk depôs contra si. Escreveu “áurea” no lugar de “aura”. Claro que a segunda pode term entre suas cores, a aurífera matiz, mas nessa frase não consigo atinar com o sentido.
Desculpe, mestre, mas não foi erro de nenhum revisor, que não tenho. Foi falha de ortografia: o e entrou por erro de digitação. Perdoe este eterno aprendiz.
Mestre, no Gazeta esportiva de ontem vós usastes, no seu comentário, ideia parecida om a que tenho de Cassio. Muito bom debaixo da trave, mas fraco na saída de gol. Senti-me deixando de ser um simples ignaro por um breve tempo, já que ouvi de tão sacrossanta boca palavras por mim já proferidas. Grazie tanto Maestro!